segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Crime contra a humanidade: OTAN destrói suprimento de água líbio

Publicada em 08 de Agosto de 2011 às 05h42 Versão para impressão
Chico Villela

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http://www.portalintegracao.com/noticias/crime-contra-a-humanidade-otan-destroi-suprimento-de-agua-libio-8308.html

Numa demonstração de covardia, impunidade e sanha criminosa, a OTAN acaba de destruir o sistema e as instalações de abastecimento de água e a indústria de equipamentos do maior sistema de irrigação do mundo (veja vídeo ), criado pelo governo Gaddafi.


A destruição, que nega as falsas postulações de uma ONU emasculada e fútil de “proteção da população civil”, compromete o futuro do país e de mais de 70% da população líbia, que recebe água desse sistema.

Os atentados na Noruega atingiram um governo que apóia causas nobres mundo afora, prometeu reconhecer o Estado Palestino e vem retirando de sua planilha de investimentos as empresas israelenses responsáveis por construir colônias em ocupações em território palestino. Foi obra de ativistas de extrema-direita, que odeiam islâmicos e fazem reverências a Israel.

Mas a Noruega também está presente com tropas no Afeganistão, entre outros Estados membros da OTAN. Essa dubiedade vem acompanhando todas as manifestações armadas de uma Europa mergulhada em crises e que nem sequer dá conta mais de seus próprios terroristas.

O crime cometido agora pela OTAN na Líbia certamente será responsável por centenas de milhares de mortes. A carência de água é hoje a principal causa de mortes, por exemplo, de crianças em todo o planeta, seja pela sua simples falta, seja pelo uso que se passa a fazer de fontes de água contaminadas e impróprias para uso humano e das doenças que acarretam.

Os fatos abrem novas janelas sobre a atual Europa. Devastada por duas guerras gigantescas provocadas por seus próprios povos no século passado, a Europa, hoje alinhada a um império exponencialmente assassino e em acelerada decadência, mostrou-se incapaz de encontrar caminhos novos após sua trajetória colonial genocida, suas práticas militaristas assassinas e suas instituições corrompidas.

Os atentados em Oslo e na ilha vizinha em nada se diferenciam da última cartada genocida e repelente da OTAN, da qual a Bélgica, anote-se mais uma vez, faz parte. Criminosos loiros de olhos azuis estão nos dois lados dos crimes. O norueguês assassino de seu povo acha-se entre grades, será processado e condenado. Os criminosos loiros de olhos verdes que chefiam a OTAN ainda estão soltos, mas apenas matam povos não europeus. Ora, esses são “matáveis” sem dores de consciência e sem imprensas. Mas seus crimes são muito, muito, muito mais hediondos que os dos amadores solitários que matam menos de 100 pessoas. No Iraque já morreram mais de 1 milhão 400 mil pessoas.

Quem são os terroristas do século XXI?

domingo, 21 de agosto de 2011

TV líbia anuncia retomada de Misrata

A notícia da libertação de Misrata das mãos dos bandos de mercenários foi intensamente festejada. Cidadãos saíram às ruas em Trípoli, com bandeiras verdes sobre os ombros e entoando vivas à Líbia e ao líder Muammar Kadafi, como mostrou ao vivo a TV Líbia

A TV estatal líbia anunciou a retomada da estratégica cidade portuária de Misrata das mãos dos mercenários.

Segundo a TV somente alguns “pequenos bolsões permaneceram nas mãos dos traidores”.

A vitória, apesar dos bombardeios pela Otan, foi intensamente comemorada nas ruas da capital líbia.

O filme pode ser visto na internet: http://www.youtube.com/watch?v=iTAUV7m5S2k

Em um sinal de que o “avanço dos insurgentes rumo a Trípoli” é falacioso, o portavoz da Otan afirmou que “a situação no terreno é muito dinâmica”, ou seja, os mercenários não conseguem tomar espaços em definitivo.

A BBC também mostrou vídeo com tiroteios se desenrolando em outra cidade, Zawyia, onde se supunha que os mercenários haviam expulso as forças governamentais. O âncora da BBC confessou que vira “a bandeira verde [dos patriotas líbios] tremulando sobre a refinaria da cidade”.

Entre os eventos da comemoração uma carreata com milhares de carros com seus ocupantes carregando bandeiras verdes tomou conta do centro de Trípoli. Um repórter da TV Líbia cedia o microfone às pessoas na rua e todos expressavam seu entusiástico apoio a Kadafi.

Um deles afirmou: “espero que esta escória subhumana que apoia as ações satânicas da Otan sejam amaldiçoados em vida e na morte, que estes traidores sejam enviados para baixo, para o inferno”.

Segundo a jornalista norte-americana Susan Lin-dauer (Springfield News) em artigo conjunto com Jeanne Moriarty, do Morning Star, afirmam que as cidades Zawyia, Garian, Sorman e Sabratha, ditas em poder dos mercenários “estão sob controle do governo”.

Nos embates, as forças nacionais libertaram 1.250 militares que os mercenários haviam detido. Também que há um contingente de jovens que através de computadores e aparelhagem eletrônica consegue monitorar as comunicações e posições dos mercenários.

As jornalistas informam que um dos principais militares dos bandidos, Khalifa Hefter, que atuou – segundo a TV – durante 20 anos como agente da CIA e foi transportado ao país para comandar os mercenários foi capturado.

NATHANIEL BRAIA

Povo nas ruas em apoio a Khadhafi e expulsão dos traidores a serviço 
da satanica OTAN 


Enquanto isso a mídia oficial continua propagando a mentira e apoiando ações demoniacas e insanas da famigerada OTAN

“Parem de bombardear a Líbia”,
exigem manifestantes no Harlem

Milhares de pessoas reuniram-se no bairro do Harlem para exigir o fim do bombardeio da Líbia pelos Estados Unidos e Otan, no sábado dia 13 de agosto. 

A manifestação, que reuniu dezenas de milhares de novaiorquinos, teve o apoio da Coalizão Answer que reúne centenas de organizações norte-americanas, incluindo a IACenter, dirigida pelo ex-ministro da Justiça, Ramsey Clark, presente ao ato. Além dele compareceram, entre outros, o líder do movimento negro e pelos direitos civis Louis Farrakhan, o vereador da cidade de Nova Iorque, Charles Barron e a poeta árabe-americana, Amiri Baraka.

A Coalizão ANSWER destacou em seus cartazes os dizeres “Empregos sim, Guerra não!”.

Grupos de manifestantes vindos de outros bairros de Nova Iorque e além de cidades como Washington, Filadélfia, New Haven e outras se fizeram presentes.

A faixa que abria a manifestação destacava: “Parem de Bombardear a Líbia!”

querendo saber mais:
http://terceirateoria.blogspot.com/2011/07/rebeldes-libios-reconhecem-derrota-e.html

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Governo das trevas chegando ao fim

“Portanto, eu não lhes escondo que o mês de agosto, de setembro e de outubro que vocês viverão, são os meses os mais importantes da revolução da consciência humana”.

OMRAAM, em mensagem de 04/08/2011. http://leiturasdaluz.blogspot.com/2011/08/om-aivanhov-4-de-agosto-d...





SaLuSa, Agosto, 2011





UM - A porta para a mudança está se abrindo cada vez mais e, como já começam a compreender, não pode haver um retorno aos dias de antigamente.



Está ficando mais visível que nunca, que uma civilização à véspera da Ascensão deve mover-se para um novo nível de vibração. A Luz os convida a se elevarem e a deixarem para trás tudo o que não serve ao propósito maior de vocês.



É óbvio que as velhas maneiras falharam, mas não devido a vocês, como indivíduos, porque o poder não estava em suas mãos. Falharam porque não podiam sustentar o sistema monetário estabelecido, que colocou muita riqueza nas mãos de poucas pessoas.



Há movimentações acontecendo que, em breve, irão permitir que sejam dados passos necessários que irão corrigir a situação, e que irão implantar um sistema financeiro completamente novo. Um sistema que seja imparcial e justo e que proteja o seu dinheiro contra leis e impostos injustos. Está tudo preparado para ‘seguir em frente’ e isso não irá demorar muito mais.



DOIS - De fato, podem estar certos que nos próximos 3 meses que se seguirão - (agosto,setembro,outubro) - vocês irão ver/passar por uma época muito interessante. O caos continua (ndr: vejam os movimentos sociais violentos na Europa) e, por causa disso, as pessoas estarão procurando por respostas e pedindo ação da parte dos seus governos que, por sua vez, parecem incapazes de dar respostas.



A razão é porque se agarram a velhos métodos para remendar um sistema que está desintegrado e sem possibilidade de reparos. Não têm a mínima idéia como lidar com ele e chegou ao ponto de aparecerem novos governos. Também este assunto está em consideração, e se bem que até agora, vocês não tenham visto nenhuma ação, ela não está muito longe de acontecer. Durante alguns anos estruturamos os nossos planos, que irão se concretizar tão rapidamente que ficarão espantados de ver como as coisas irão entrar em seus devidos lugares.



Vocês são almas muito especiais que cumpriram o seu tempo na dualidade, e são merecedores de um salto quântico para frente que irá erguê-los para as vibrações mais altas. Com o 11.11.11 quase chegando, irão compreender que é uma ocasião em que deverão experimentar uma rápida elevação.



TRÊS - Ao analisar os seus níveis de consciência podem verificar que este ano vocês enfrentaram uma subida dramática, refletida sobretudo na sua capacidade de lidar mais facilmente com as vibrações mais baixas. Agora já são mais capazes de manter o seu foco na Luz e, como conseqüência, não são mais tão afetados por elas. De fato, estão espalhando a Luz de modo consciente, e isso está ajudando outras almas. Estar, simplesmente, na presença de algumas pessoas é suficiente para causar uma impressão nelas.



Também muitas crianças Índigo já têm idade suficiente para demonstrar os seus talentos, e um elevado nível de sabedoria para partilhar (ndr: veja o excelente vídeo de Matias de Stéfano, um jovem índigo, com legendas em português : http://www.youtube.com/watch?v=HS0vT9ncxxs ).



Essas almas avançadas raramente falam das suas capacidades, e simplesmente prosseguem o seu trabalho sem quase ser notadas. Muitas estão entre os que têm uma grande parcela a representar no futuro imediato. E as suas qualidades de liderança são muito bem vindas.



QUATRO - Nós, da Federação Galáctica, temos visivelmente uma grande parte a desempenhar no futuro imediato, e agora parece haver uma aceitação geral da nossa existência. Isso é essencial para o êxito, e nós temos a responsabilidade de assegurar que todos os que desejam tomar parte na Ascensão estejam prontos a tempo. Há pouco risco que isto aconteça de outra maneira e, de fato, fazemos parte de uma Confederação maior que, se for necessário, estará disponível.



Aqueles de vocês que pertencem às trevas podem acalentar pensamentos para impedir o nosso progresso, mas, falando francamente, essas pessoas não têm idéia de quem confrontam. Podem ser afastados das suas trajetórias devido à nossa tecnologia superior.



Escrito por Colaborador(a) do Blog às 18h13
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CINCO - Reunimo-nos regularmente em conclaves para discutir a sua posição e, se e quando for necessário, o nosso plano é ajustado. Pode ter demorado muito tempo a chegar a este ponto, mas há uma satisfação geral com os planos para movê-los. Há muita coisa a acontecer, e os das trevas estão ficando cansados da sua falta de sucesso. Se bem que outrora tenham se sentido ‘invencíveis’, eles foram, de muitas maneiras, os arquitetos da sua própria queda.



As conspirações óbvias contra vocês, tais como o 9/11, mostraram a sua arrogância e desrespeito pela vida humana. Isso demonstrou que ‘eles’ pensavam que as suas mentiras e tentativas de encobrir a verdade sobre as suas ações iriam ser engolidas pelos profissionais que podiam ver através delas. Existe apenas uma disposição legal a ser tomada contra os Illuminati para afastá-los das suas posições de poder. Ela irá chegar e os nossos aliados seguirão em frente em suas ações.



SEIS - Demos início ao nosso plano de ter ainda mais pessoas informadas de nossas presenças em seus céus. Isso significa mais formações de vôos a baixa altitude, e uma concentração em áreas em que não somos vistos tão freqüentemente. Agora há ocasiões em que quase não nos vêem, e isso demonstra como já estão familiarizados com as nossas naves.



Tornamo-nos muito mais aceitos como visitantes amigos da sua Terra e o medo agora é muito menos freqüente que antes, devido às campanhas para nos pintar como ‘seres estranhos e malévolos’. Isso foi um feito de grande alcance e confiamos em todos os que trabalharam para erradicar isso. É muito importante que as pessoas tenham em mente que quando ouvem falar dos Greys, saibam que eles não são membros da Federação Galáctica. Eles estão na Terra a convite dos Estados Unidos, que trabalharam com eles durante muitos anos, a troco de tecnologias.



SETE - Quando chegarmos à Terra, também será por convite. Já falamos com o seu Presidente (americano), e a necessidade de seguir em frente com o plano da Ascensão foi bem compreendida e aceita. Seremos claros sobre as nossas intenções, e todos irão saber exatamente o que estamos fazendo no que diz respeito a vocês.



De fato, iremos falar à nação, para que saibam por que estamos aqui, e para que isso seja plenamente compreendido, iremos ter a cobertura da comunicação social e haverá liberdade de jornalismo para relatar com verdade e sem censura. Até o presente momento os seus meios de comunicação de massa estão nas mãos dos Illuminati, que ainda controlam a maioria dos canais de comunicação. Vocês foram ludibriados, enganados e ‘levados na onda’ durante muitos e muitos anos, mas irão ter um governo aberto e uma comunicação aberta para restaurar a sua confiança na liberdade de expressão.



OITO - Eu sou SaLuSa, de Sírius, e encantado com estas oportunidades de acordá-los para a verdade. Ainda só arranhamos a superfície, e a sua verdadeira História irá certamente, surpreender a todos vocês. Tenham em mente que os das trevas controlaram o mundo durante milhares de anos, atuando lentamente para obter um controle completo da sua população e da sua riqueza. Nos ciclos mais antigos, eles causaram grandes massacres em que civilizações inteiras foram destruídas. Isso não irá acontecer de novo, e essa é a palavra do Criador.



Obrigado, SaLuSa.

Mike Quinsey.



Extraído de: http://galacticchannelings.com



Colaboração e edição: M/A


Escrito por Colaborador(a) do Blog às 18h11
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Lei NESARA:

Saturday, July 14, 2007

Lei NESARA:

NESARA é uma sigla que significa "National Economic Security And
Reformation Act" [Ato para a Reforma e Segurança Econômica Nacional].

Trata-se de uma lei aprovada (secretamente) pelo Congresso norte-americano
(portanto já vigente), em março de 2000, e sancionada pelo presidente Bill
Clinton, em outubro de 2000, mas nunca divulgada ao público ou posta em
execução, por correr em "segredo de justiça".

Praticamente, todos os governos de todos os países do mundo têm ciência da
lei NESARA porque a recusa do governo norte-americano em por essa lei em
execução, levou esse assunto para a Corte Internacional de Justiça,
sediada em Haia, na Holanda.

Posteriormente, esse assunto também foi discutido na Organização das Nações
Unidas (ONU).

Para entender porque surgiu esta lei, precisamos recuar à queda da Bolsa de
Valores de Nova Iorque, em 1929.

Nessa ocasião, o sistema bancário norte-americano, apoiado pelo próprio
governo, começou a implementar certos esquemas para se apossar das terras
dos fazendeiros norte-americanos.

Estes reagiram a esse expoliação entrando na justiça.

Muitos anos se passaram nessa batalha judicial.

Em 1993, a Suprema Corte dos EUA praticamente por unanimidade decidiu a
favor das alegações do Farmers' Union [Sindicato dos Fazendeiros] de que
os bancos norte-americanos estavam fraudulentamente executando hipotecas de
fazendas em conluio com o governo, e, ainda, que a emenda que instituiu o
imposto de renda no país nunca foi apropriadamente ratificada por um número
mínimo de estados da união.

É exatamente neste ponto que se inicia todo um processamento secreto que
levou à lei NESARA.

Uma ordem judicial extremamente estrita "de mordaça" (segredo) foi
imposta a qualquer pessoa diretamente envolvida com este assunto, os
registros dos casos na corte foram selados, e o número do processo que dava
detalhes do caso foi revisado até após a conclusão da implementação das
determinações de reforma da Suprema Corte.

Para implementar as reformas aprovadas, cinco juízes da Suprema Corte
passaram anos negociando "Acordos" com o governo dos EUA e com as outras
partes envolvidas (bancos).

Como esses acordos não funcionaram, os juízes autorizaram que as reformas
fossem colocadas em forma de uma lei chamada de National Economic Security
and Reformation Act (NESARA), que passou secretamente no Congresso em
março de 2000.

O segredo de justiça foi mantido através de ordens de mordaça (gag) muito
estritas.

As notícias sobre a NESARA vazou a público através da inteligência naval
dos EUA, em junho de 2000.

A Corte Internacional de Justiça, em Haia, na Holanda, deliberou em
22.08.2002, que todos os países envolvidos (agora são 182) deveriam
honrar seus contratos e mudar seus sistemas bancários em alinhamento com a
lei NESARA, como já concordado anteriormente [1].

Todo o processo precisa começar nos Estados Unidos, em um clima de paz.

Uma vez anunciado lá, os outros países devem seguir a liderança deles.

A lei NESARA estava para ser anunciada publicamente, via rede de rádio e
TV, às 10:00 horas da manhã [EDT dos EUA] no dia 11 de setembro de 2001.

Todos nós sabemos o que ocorreu neste dia: os ataques às torres gêmeas do
World Trade Center (WTC) começaram pouco antes das 9:00 horas da manhã
naquele dia.

Portanto, não existem seqüestradores nesta história.

O presidente George W. Bush precisava desesperadamente de uma guerra (um
álibi), parcialmente para conseguir evitar este anúncio público (o motivo
fica claro quando lermos os artigos da NESARA, listados mais abaixo).

As vidas dos bombeiros de Nova Iorque correram sério risco quando eles
descobriram o assassinato de cerca de 200 empregados bancários, que estavam
trabalhando na primeira torre atingida, agilizando os procedimentos
bancários necessários para a implementação do NESARA naquela manhã!

A lei NESARA inicia imediatamente um período de paz e determina [2]:

1. Restaura a Lei Constitucional nos EUA (o país vive em lei de guerra
atualmente), no exato momento de seu anúncio público.

2. Remove o presidente, vice-presidente e todo seu gabinete de seus
cargos, assim como todos os membros do Congresso dos EUA, devido às suas
contínuas ações inconstitucionais. Todos eles serão removidos de suas
funções pelo anúncio público do NESARA. Pessoal específico para
cumprimento de lei irá remover fisicamente todos os membros do governo Bush
de seus escritórios. Estas remoções irão permitir um novo começo em nível
nacional. Usando a Linha Constitucional de Sucessão, NESARA irá
instalar Presidente e Vice-presidente designados aceitáveis
constitucionalmente, até que novas eleições nacionais possam ser feitas
dentro de 6 meses após o anúncio público do NESARA.

3. Como o NESARA abole os estados inconstitucionais de emergência, o
anúncio público do NESARA irá declarar a "paz", e todo o pessoal militar
dos EUA no Iraque e Afeganistão serão chamados imediatamente de volta para
os EUA.

4. Como remédio parcial para os 90 anos de fraude do governo e dos bancos,
o NESARA exige zerar as dívidas em cartão de crédito e a implantação de
alívio de débito a ser dado a todos os norte-americanos.

5. Inicia o Sistema do Banco do Tesouro dos EUA, com uma nova moeda do
Tesouro dos EUA, lastreada em ouro (que foi extinto pelo presidente Nixon).
A Reserva Federal [o Federal Reserve é uma empresa privada, não federal,
pertencente aos illuminati] é extinta e suas instalações, e a maioria dos
funcionários, são absorvidas pelo Sistema do Banco do Tesouro dos EUA [US
Treasury Bank System].

6. Extingue o imposto de renda nos EUA e cria uma taxa de venda nacional
aplicável a itens novos não-essenciais, como receita para o governo.
Itens essenciais, como alimentos e remédios, e itens já usados, ficam
isentos de taxa de venda.

Pelo item 2 acima, percebe-se porque o presidente Bush arquitetou e
comandou os atentados de 11 de setembro de 2001. Mais detalhes sobre o
alívio bancário, do item 4, podem ser lidos em [3].

Aparentemente, este tema do NESARA tem o envolvimento de mestres
ascensionados [4], como o personagem conhecido como Conde de Saint Germain
e Sananda Kumara (aka Jesus Cristo) [5], além de ter a cooperação de
seres extraterrestres [6], [7] e intraterrestres [4].

Após o anúncio do NESARA haveria o pouso público de naves extra-terrestres
(discos voadores), iniciando um período muito produtivo de despoluição
ambiental do planeta (Gaia).

Mais informações sobre N.E.S.A.R.A.: [8], [9]

Referências:

http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2007/07/nesara.html

[1] http://nesara.insights2.org/
[2] http://www.nesara.us/pages/home.html
[3] http://www.nesara.de/p/p_home.htm
[4] http://www.comandoestelar.locaweb.com.br/library1/arquivo/nesara.asp
[5] http://www.luisprada.com/Protected/sananda_on_nesara_and_compassion.htm
[6] http://www.paoweb.com/
[7] http://www.matthewbooks.net/anmviewer5dez06.htm
[8] http://educate-yourself.org/mw/message07may04.shtml
[9] http://fourwinds10.com/

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Reflexiones Hopi: 2010 - 11:11 - 2012 1/2





Com aspirador de dólar ligado, nem Deus dá jeito


Sem coragem para baixar juro, tiro de Dilma cai na água
Reduzir imposto na indústria retira poder do Estado e não compensa os prejuízos que o câmbio favorável aos importados provocam no setor
Aumentar a “competitividade” das empresas mantendo como está o que tira a sua competitividade - o câmbio aberrante e os juros vertiginosos – é como curar uma infecção mantendo incólume, bem nutrido e em plena atividade o micróbio que a causou. Pior quando, para manter um regime cambial e financeiro que beneficia meia dúzia de bancos e multinacionais, corta-se ou reduz-se a contribuição para a coletividade, debilitando-se o Estado, mola mestra do crescimento. Quanto ao mercado interno, as medidas têm pouco a ver com ele, até porque a política da Fazenda e do BC é restringir o mercado interno, conter - até rebaixar - os salários reais e o investimento.
Fonte: http://www.horadopovo.com.br/


“Brasil Maior” mantém indústria refém do câmbio desequilibrado
Plano quer aumentar competitividade da indústria enfraquecida pelo juros altos e avalanche de dólares
Na terça-feira, a presidente Dilma Rousseff lançou o “Plano Brasil Maior”, que seria, segundo anunciado, uma política industrial.
A presidente tem razão – e muita – em preocupar-se com “os riscos à indústria nacional, decorrentes de um câmbio desequilibrado”. O problema consiste em que é impossível superar os riscos de um câmbio desequilibrado sem resolver o desequilíbrio do câmbio.
O que implica, também, em resolver o problema dos juros básicos astronômicos, principal fator interno que torna o atual câmbio uma aberração econômica. Sem contar que esses juros são um atentado à produção nacional e ao mercado interno – considerado, pela presidente, com razão, a nossa maior vantagem econômica.
O ministro Fernando Pimentel disse que o Plano é “corajoso, ousado e audaz”. Infelizmente, não é. E nem precisa tanta “audácia”, “ousadia” e outras palavras altissonantes. Basta coragem para enfrentar os problemas reais, aqueles de que não se pode fugir, sob pena de agravá-los.
No entanto, o Plano quer aumentar a “competitividade” das empresas mantendo como está aquilo que tira a sua competitividade: o câmbio distorcido e os juros vertiginosos. Tal façanha equivaleria a curar uma infecção mantendo incólume, bem nutrido e em plena atividade o micróbio que a causou, mas amaciando um pouco – talvez - o travesseiro do doente.
Como se pode elaborar uma política industrial sem qualquer ação sobre os dois preços mais fundamentais da economia, sobretudo quando eles estão destrambelhados? A resposta é que não se pode.
Falou-se em “indústria nacional”. Mas, quando a medida provisória nº 540 “dispõe sobre a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) à indústria automotiva”, não é a indústria nacional que é beneficiada, e sim o cartel das filiais de multinacionais automobilísticas, que, no Brasil, tem preços extorsivos, com remessas de lucros para o exterior que são abusivas sob qualquer critério econômico que não seja o favorecimento de suas matrizes. No entanto, essa é a única redução de tributos, em todo o Plano, que vai até 2016. A maioria não passa de dezembro de 2012.
Como é óbvio, a “indústria automotiva” não tem caráter estratégico para o país – aliás, na época atual, para nenhum país do mundo. Essa redução somente servirá para aumentar sua margem de lucro e açular suas remessas para o exterior. É inteiramente perfunctória a condição de que elas deverão “observar, atendidos os requisitos estabelecidos em ato do Poder Executivo, níveis de investimento, de inovação tecnológica e de agregação de conteúdo nacional” (cf. MP nº 540, art. 5º, § 1º). Não sabemos quais serão esses requisitos, mas elas deveriam observá-los sem que, para isso, o Estado tenha que renunciar ao imposto que elas devem pagar. Já no governo Juscelino, há 50 anos, obedecer aos requisitos do governo era a condição para que explorassem nosso mercado interno.
Porém, logo em seguida, estabelece-se que a “redução [de IPI] aplica-se aos produtos de procedência estrangeira (…) no caso de saída dos produtos importados de estabelecimento importador pertencente a pessoa jurídica fabricante que atenda aos requisitos mencionados” (cf. MP nº 540, art. 6º, caput, e § único)
Em suma, a redução do IPI também vale para as importações das multinacionais automobilísticas. Talvez a presidente, em meio à algaravia polimorfa dessa MP, não tenha prestado atenção nesse trecho. Mas, como disse Gorky, o que se escreve nem o machado apaga.
Um desses cretinos da mídia oposicionista atacou o Plano por, supostamente, ser “nacionalista”. Trata-se de mera chicana.
Não vamos falar dos R$ 500 bilhões do BNDES, porque a conta não fecha, nem o BNDES assumiu esse número – e, segundo o sr. Mantega, as empresas têm que se financiar é no mercado de debêntures... Mas os R$ 2 bilhões para que a Finep invista em inovação tecnológica são importantes, ainda que bastante insuficientes para as nossas necessidades.
Quanto aos impostos – menos ainda as contribuições para a Seguridade e a Previdência -, jamais foram um obstáculo à competitividade. Mas é sobre eles que recai a compensação para não ter alguma política racional em relação ao câmbio e aos juros. Em suma, o debilitamento do Estado, há muito a mola mestra do desenvolvimento, é, na verdade, a essência dessa política que corta impostos para não mexer em nada. A contribuição para a coletividade - para a sociedade e para o Estado - é sacrificada para manter um regime cambial e financeiro que beneficia meia dúzia de bancos, sobretudo externos, e multinacionais.
Como política industrial, ela não é uma política industrial. Limita-se a um pequeno respiro, mais fantasioso que real, para alguns setores nacionais, “desonerando”, em 100% das contribuições para a Seguridade e a Previdência, as indústrias de confecções, calçados, móveis e software – ameaçadas pelas importações devido ao câmbio, aos juros, às tarifas de importação baixíssimas, e não pelos impostos.
A presidente Dilma está inteiramente certa ao declarar que “nós não acreditamos que o desenvolvimento possa abrir mão da indústria e se dedicar prioritariamente a construir uma economia de serviços. Nós queremos a nossa indústria sólida, geradora de renda e de emprego”.
Para isso, é necessário ter uma política para que a indústria nacional seja sólida, geradora de renda e de emprego. Não serão, certamente, as filiais de multinacionais que irão dar solidez ou basear o emprego no país – pela razão evidente que sua função é gerar renda para suas matrizes em outros países. Podem até ter alguma importância em nossa economia. Mas nunca poderão, se queremos crescer sustentadamente, ser o centro da nossa economia, porque, a rigor, pertencem a outras economias.
É verdade que nossa base deve ser o mercado interno. Mas o Plano pouco tem a ver com o mercado interno – até porque a política da Fazenda e do Banco Central é restringir o mercado interno, manietar o consumo, conter, até rebaixar, os salários reais, e, como observou Amir Khair, restringir o investimento. A meta de 22,4% do PIB de taxa de investimento é viável – desde que se tenha uma política para isso.
Entretanto, a ideia do Plano parece a de aumentar as exportações porque as contas externas estão em perigo, se o saldo comercial continuar do jeito que está. A presidente também foi correta ao apontar o “excesso de liquidez” (as superemissões de dólares dos EUA) como algo que nos prejudica. Portanto, foi significativa a menção “aos que pensam que (…) o mais prudente é não agir e esperar a onda passar”.
Esta foi, precisamente, a política do sr. Mantega. No dia 15 de dezembro de 2009, em entrevista ao “Valor Econômico”, ele declarou: “Vamos aumentar as importações e usar poupança externa. Teremos um déficit em transações correntes, que será coberto por poupança externa. Quando o mercado internacional voltar a crescer, voltaremos a produzir um superávit comercial maior”.
Sobre o câmbio: “Estancamos a sobrevalorização do real e a tendência é o câmbio melhorar. Estabilizamos o câmbio há 50 dias, quando o dólar estava a R$ 1,70. Hoje, está em R$ 1,77”.
Sobre as superemissões dos EUA: “Os Estados Unidos farão, inevitavelmente, alguma valorização da moeda, subindo aquela taxa de juros de 0,25% ao ano”. E quando um dos entrevistadores observou que “há quem diga que o aumento dos juros nos EUA só deverá ocorrer no fim de 2010”: “Não acredito. (…) Trabalhar com 0,25% desmoraliza o mercado. (…) Teremos um movimento de desvalorização do real, o que vai ajudar a melhorar a situação dos exportadores”.
Hoje, a cotação do dólar está em R$ 1,56. Os juros reais dos EUA estão em -3,2% (menos 3,2%).
Mantega levou dois anos para perceber que havia uma guerra cambial. Em julho do ano passado, insistia: “Quando os outros países voltarem a comprar mais do Brasil, as exportações vão crescer e equilibrar as transações correntes. Como o câmbio é flutuante, a regulação é automática. (…) em algum momento, a tendência é de desvalorização do real” (Ag. Brasil, 27/07/2010).
Infelizmente, o Plano de terça-feira é puro manteguismo. Há outras medidas, quase todas extensões ou prorrogações de políticas que já existem, incluindo o drawback (isenção para importações de empresas exportadoras), inventado pelo falecido Bulhões no governo Castello Branco, em 1966.
CARLOS LOPES
 



quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Após a morte do general Abdel Yunes quadrilhas mercenárias brigam entre si

Logo após a morte do general Abdel-Fatah Yunes, embates entre as quadrilhas instaladas eclodiram em Benghazi tornando ainda mais remotos os planos da Otan de derrubar pela intervenção estrangeira e com apoio dos mercenários o governo líbio.

Nem mesmo os chefes dos bandos que se entrincheiraram no leste da Líbia ou a mídia imperial que tenta socorrê-los foi capaz de esconder que o general foi morto nas mãos dos próprios integrantes da quinta coluna.

Na segunda-feira, as violentas rusgas levaram 8 mercenários à morte em Benghazi. Para abafar a dimensão da crise que se instalou em suas fileiras o Conselho Nacional de Transição declarou que os confrontos se deram após a descoberta de que havia em Benghazi colaboradores secretos do governo líbio.

Logo viram, no entanto, que a segunda versão é igualmente desastrosa para eles. Como foi possível a um governo hostilizado infiltrar colaboradores do outro lado? Como foi possível que os mesmos passassem desapercebidos durante meses e ainda por cima passando informação ao governo?, devem estar se perguntando os apoiadores europeus dispostos até ontem a despejar bilhões de dólares, armamento moderno de paraquedas e bombas sobre a população líbia.

O jornal inglês Daily Mail, citou o ex-ministro Ali Tarhouni, colaboracionista com os invasores, que declarou que o general Yunes foi morto por embros da Brigada Obaida Ibn Jarrah.

Segundo o mesmo jornal, um dos membros do Partido Liberal Democrata inglês, Menzies Campbell, define que a Inglaterra deve repensar totalmente seu envolvimento na Líbia após a morte do general. Para Campbell a briga que levou à morte do general deve significar “o fim do jogo na Líbia para as forças inglesas”.

Fonte: http://www.horadopovo.com.br/

Otan fracassa ao tentar silenciar a Líbia com bombardeio contra TV

Profissionais do Departamento de Radiodifusão da Líbia rechaçaram o ato de terrorismo internacionaI

A Otan bombardeou na manhã do dia 30 a TV Líbia o que provocou a morte de três técnicos e deixou cerca de 15 jornalistas feridos. O prédio da TV foi quase totalmente destruído mais os líbios conseguiram manter a TV no ar. Os profissionais da comunicação da Líbia, em manifesto conjunto, denunciaram o “ato de terrorismo internacional” e acrescentaram: “temos o direito de trabalhar em lugar seguro”, e ainda “o fato de apresentarmos pontos de vista contrários aos da Otan ou dos bandos armados não nos faz alvo legítimo para os foguetes da Otan”.

O prédio principal da TV ficou reduzido a escombros. Os funcionários da TV e do Departamento de Radiodifusão da Líbia destacaram ainda, no documento que foi divulgado pela Telesur: “Nós somos funcionários da televisão oficial líbia. Não somos um objetivo militar, não somos chefes do Exército e muito menos uma ameaça para os civis. Estamos realizando nosso trabalho como jornalistas em representação do que de todo coração acreditamos que é a realidade da agressão da OTAN e da violência na Líbia”.

Também exigiram, como jornalistas, a plena proteção da comunidade internacional e conclamaram à solidariedade os profissionais de comunicação em todo o mundo. A OTAN admitiu que executou uma série de ataques que chamou cinicamente de “precisão” contra três centros transmissores televisão líbia, com a finalidade de “reduzir ao silencio o coronel (líder líbio Muamar) Kadafi” e “evitar que a utilize para intimidar e incitar a cometer atos violentos contra sua população”.

“É impressionante o cinismo dos agressores. Eles matam a população, destroem, ameaçam e dizem que defendem os civis. Nós, trabalhadores da informação, trabalhamos em defesa do nosso país e não vão nos calar”, afirmou o diretor do canal em inglês da Autoridade Líbia de Radiodifusão, Jaled Bazelya.

A rede oficial denunciou os bombardeios, divulgando imagens das casas, prédios e instalações civis que foram alvo dos ataques aéreos estrangeiros e as vítimas que ocasionaram.

Fonte:http://www.horadopovo.com.br/

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O primeiro contato de uma tribo


EUA está quebrado e não financia nem suas guerras, diz Paul Craig


Os americanos – cada vez mais pobres – já não podem pagar suas contas de calefação caseira no inverno. Enquanto isso, pacote de US$ 165 bilhões é coberto com empréstimos externos para as guerras do Iraque e Afeganistão”, afirma Paul Craig
“A ‘única superpotência do mundo’ está tão quebrada que não consegue nem financiar suas próprias guerras”, afirma o ex-vice-secretário do Tesouro dos EUA no governo Ronald Reagan, Paul Craig Roberts, em seu recente artigo, “Guerra no Exterior, Pobreza em Casa”.
Craig destaca que foi aprovado um pacote de mais US$ 165 bilhões de dólares para “financiar as guerras de agressão de Bush contra o Afeganistão e o Iraque”, no momento em que o país está “quebrado e afundado em dívidas. Cada um dos US$ 165 bilhões será emprestado de estrangeiros” e acrescenta que “os consumidores norte-americanos estão quebrados e mergulhados em dívidas”. Segundo relatório apresentado ao Conselho de Relações Exteriores dos EUA, em 2006, por Menzie Chinn, professor de economia da Universidade de Wisconsin, os EUA passaram da posição de maior credor à de maior devedor do mundo. “Não me parece que os investidores internacionais vão continuar concordando em segurar quantias cada vez maiores de dívidas dos EUA”, acrescenta Chinn.
PRESSÃO
Craig relaciona o crescente do endividamento que o “regime irresponsável de Bush tomou de estrangeiros” com a “crescente pressão para a desvalorização do dólar”, referindo-se ao fato de que, durante os oito anos de Bush, o dólar perdeu 60% de seu valor em relação ao euro. “Em relação ao ouro e ao petróleo, perdeu ainda mais valor”, acrescenta. “Antes de Bush ter começado suas guerras de agressão”, diz o ex-integrante do governo dos EUA, “o petróleo estava a US$ 25 o barril. Hoje está a US$ 130. 
ESPECULAÇÃO
Observando que há o dado de que o petróleo é real e – diferente dos dólares em papel - um suprimento com limites, enfatiza que “parte importante deste aumento no preço é devido a uma galopante especulação nos mercados de futuro. No entanto, a causa central é a erosão do valor do dólar”.
O encarecimento do petróleo – provocado em grande parte pela política de agressão e de predomínio das corporações na economia – fez com que a conta da importação de petróleo crescesse de US$ 106 bilhões em 2006 para US$ 500 bilhões, 18 meses depois, segundo dados citados por Craig Roberts.
“Os americanos – cada vez mais pobres – já não podem pagar suas contas de calefação caseira no inverno”, afirma Craig. “O preço da energia direciona para cima os custos de produção e de transporte de todos os produtos, mas a renda dos norte-americanos não cresce, exceto a dos extremamente ricos”. E mais: “Se o petróleo era a razão pela qual Bush invadiu o Iraque, então o plano foi como um tiro pela culatra. O petróleo não simplesmente dobrou ou triplicou de preço, mas quintuplicou”.
GUERRAS
Craig critica os que “não estavam percebendo ou não se importavam” que “as guerras de Bush estavam destruindo a posição econômica do país” e rebaixando “o padrão de vida dos americanos”. E acrescenta: “McCain diz que pode vencer a guerra no Iraque em cinco anos e ao mesmo tempo ‘desafiar’ a Rússia e a China”. 
Paul Craig critica ainda em seu artigo “a tentativa desesperada do atual regime” de cortar o plano de saúde Medicaid para os pobres; o partido Republicano que “quer financiar a guerra”, mas enxerga qualquer financiamento voltado para a população como “extravagância” e denuncia que o “partido da guerra de neocoloni-zação está destruindo as perspectivas dos cidadãos norte-americanos”; ironiza ao questionar se “‘guerra no exterior e pobreza em casa’ é o slogan republicano para as eleições de novembro”.
NATHANIEL BRAIA

http://www.horadopovo.com.br/2008/junho/2672-04-06-08/P7/pag7a.htm
Fonte:

domingo, 31 de julho de 2011

O tempo dos líbios e o terrorismo dos EUA: um povo determinado a vencer


Obama despreza os valores democráticos. Os líbios, maciçamente unidos atrás de Kadafi, lançam sua mensagem a outras vítimas imperiais: não desistir
STEPHEN LENDMAN*
A 14 de julho, a matéria principal da DEBKAfile, agência de notícias ligada ao Mossad, era “Termina a guerra da Líbia. Obama faz de Moscou o mediador da paz”, e dizia:
“… a guerra na Líbia terminou virtualmente na quinta, 14 de julho, pela manhã, quando o presidente dos EUA, Barack Obama, ligou para o presidente russo, Dmitry Medvedev, para entregar a Moscou o papel de liderança nas negociações com Muammar Kadafi para terminar o conflito – com a condição única de que o governante líbio se demita em favor de um governo de transição”.
Mais, sobre a exigência de Obama, abaixo. Por enquanto, o bombardeio terrorista dos EUA à Líbia continua inabalável, apesar do comunicado do Gabinete do Secretário de Imprensa da Casa Branca, a 13 de julho, dizendo que Obama agradeceu “os esforços da Rússia para mediar uma solução política na Líbia, enfatizando que (Washington) está preparada para apoiar negociações que levem a uma transição democrática... tão logo (Kadafi) seja excluído”.
Na verdade, Obama despreza os valores democráticos tanto no exterior quanto em casa, noções intoleráveis que ele não aceita, nem a paz, travando, sem parar, múltiplas guerras imperiais. Na Líbia, além disso, a questão não é Kadafi. A questão é colonizar outro país, controlar seus recursos, saquear suas riquezas e explorar seu povo - o objetivo de sempre dos EUA.
A 15 de julho, Washington e cerca de 30 países europeus e do Oriente Médio reconheceram ilegalmente os líderes revoltosos como governo legítimo da Líbia – o assim chamado Conselho Nacional de Transição (CNT). Reunidos em Istambul (sem a China e a Rússia), o Grupo de Contato da Líbia emitiu uma declaração, dizendo:
“De agora em diante, e até que uma autoridade interina seja constituída, os participantes concordaram em tratar o CNT como a autoridade governamental legítima na Líbia”.
Foi acrescentado que Kadafi não tem mais legitimidade e deve deixar a Líbia com sua família.
Explicando o que é claramente ilegítimo, a secretária de Estado Clinton disse:
“Nós ainda temos de trabalhar vários aspectos legais (em outras palavras, evitá-los totalmente), mas esperamos que este passo no reconhecimento capacitará o CNT a ter acesso a fontes adicionais de financiamento”, incluindo US$ 30 bilhões dos acima de US$ 150 bilhões roubados da riqueza da Líbia, e, além disso, seus abundantes recursos em petróleo, gás e água, que têm um valor multiplicado por muito mais.
Ao mesmo tempo, a frustração cresce após quatro meses de impasse nas operações terrestres e aéreas. Como resultado, apesar de dizer que Kadafi deve sair, alguns parceiros da OTAN parecem dispostos a deixá-lo ficar, embora não com seu poder atual.
Kadafi, na verdade, promete nunca deixar a Líbia ou render-se aos insurgentes ou a OTAN. Em comunicado ouvido pelo rádio em 16 de julho, ele disse aos que o apoiam:
“Eles estão me pedindo para deixar o país. Isto é uma risada. Eu nunca vou deixar a terra dos meus ancestrais ou as pessoas que se sacrificaram por mim. Depois de termos dado nossos filhos como mártires, não podemos recuar ou nos render ou desistir ou nos mover um centímetro”.
Os líbios o apoiam esmagadoramente, mobilização registrada em imagens (e relatórios) que a grande mídia suprime, mas pode ser acessada através do seguinte link: http://globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=25630.
ttp://globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=25630.
Ninguém os chamou. Ninguém exigiu apoio a Kadafi. Eles vieram por si próprios, o que geralmente acontece quando as nações são atacadas ilegalmente. As pessoas reúnem-se esmagadoramente atrás dos líderes contra os agressores estrangeiros. Os líbios conhecem Washington e a OTAN, não é Kadafi o seu inimigo.
Além disso, eles estão armados, prontos para defender seu país contra os invasores porque Kadafi forneceu dois milhões de armas a civis, mais do que suficiente para derrubá-lo, se quisessem. Mas eles não o fazem!
DEBKA também disse que:
“A partir de 9 de julho, fontes militares relataram que a OTAN interrompeu seus ataques aéreos contra alvos pró-governo em Trípoli e em outros lugares. A suspensão, embora não anunciada, foi, apesar disso, uma admissão de que 15 mil missões de vôo (na verdade 15.308 até 15 de julho) e 6.000 (na verdade 5.767 até 15 de julho) bombardeios de alvos de Kadafi fracassaram em atingir seu objetivo”.
De fato, o site da OTAN (http://www.aco.nato.int/page424201235. Aspx) afirma o seguinte:
9 de julho: 112 voos de reconhecimento efetuados, incluindo 48 missões de ataque;
10 de julho: 139 voos de reconhecimento efetuados, incluindo 54 missões de ataque;
11 de julho: 132 voos de reconhecimento efetuados, incluindo 49 missões de ataque;
12 de julho: 127 voos de reconhecimento efetuados, incluindo 35 missões de ataque;
13 de julho: Nenhum dado publicado. O padrão acima provavelmente continuou.
14 de julho: 132 voos de reconhecimento efetuados, incluindo 48 missões de ataque.
15 de Julho: 115 voos de reconhecimento efetuados, incluindo 46 missões de ataque.
Informando de Trípoli em 17 de julho, Mahdi Nazemroaya, analista de Oriente Médio/Ásia Central, escreveu por e-mail que “a primeira noite foi muito ruim aqui. Eles bombardearam como loucos e tudo estava tremendo”.
Ele elaborou um artigo no Global Research, que pode ser acessado através do seguinte link: http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=25658.
Classificando-a como uma noite de “blitzkrieg”, ele mencionou “grandes explosões... ouvidas à distância. Múltiplas áreas urbanas foram bombardeadas simultaneamente esta manhã”.
De acordo com testemunhas, cerca de 60 a 75 bombas acertaram Tajura (14 km a leste de Tripoli), área da cidade de Seraj. Continuando um padrão regular, alvos civis foram atingidos, incluindo áreas residenciais. A 16 de julho, a televisão estatal Líbia informou que a maioria das vítimas foram civis, sem citar números específicos.
Até agora, de fato, para cada combatente morto, 10 civis foram mortos como resultado de bombardeios sobre localidades não-militares, incluindo comunidades residenciais.
Durante a noite, perto das áreas bombardeadas, “foi como um terremoto. Grandes edifícios tão distantes como na rua Al-Fatah... estavam tremendo”.
A 16 de julho, no entanto, os ataques foram diferentes dos anteriores. O cheiro de queimado e “uma estranha fumaça tomou conta do ar” - e não foi embora. “Ele (o cheiro) ainda permaneceu na pele depois dos bombardeios... Os sons (e colunas de fumaça) eram diferentes”.
Depois dos bombardeios anteriores, a fumaça subia verticalmente “como um fogo, mas nesta noite ela era branca e horizontal.... e ficou sobre Trípoli”.
Uma explosão causou “uma enorme nuvem em forma de cogumelo, apontando para o possível uso de bombas (nucleares) contra bunkers”. Num raio de 15 km em torno dos alvos, “as pessoas experimentaram ardência nos olhos, dores lombares, dores de cabeça” inexplicados sintomas, não sentidos anteriormente.
Na semana passada, de fato, o procurador-geral da Líbia, Mohammed al-Zikri Mahjoubi, acusou o secretário geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen, de crimes de guerra, dizendo que ele será criminalmente acusado de:
“Agressão deliberada contra civis inocentes, assassinato de crianças, bem como tentar derrubar o governo líbio... responsável por atacar pessoas desarmadas, matando 1.108 pessoas e ferindo outras 4.537 no bombardeio de Trípoli, outras cidades e aldeias”.
Ele também o acusou de tentar assassinar Kadafi.
A 14 de julho, Rasmussen tentou dois caminhos ao mesmo tempo, “encorajando todos os aliados que têm aeronaves à sua disposição a tomar parte na operação”, enquanto apelava para uma solução política pró-ocidental, que os líbios não aceitarão, nem devem aceitar.
Um comentário final.
Garantir o controle imperial é a questão, um objetivo que coloca os EUA em conflito com milhões de líbios, decididos a resistir e a vencer.
De fato, a estratégia de Washington pode ter saído pela culatra. A maioria dos líbios uniu-se atrás de Kadafi, junto com aliados regionais e outros, incluindo a China e a Rússia (devido a seus próprios interesses estratégicos), contra a exploradora “libertação” pelo Ocidente.
Embora nenhum fim para o conflito seja iminente, talvez desta vez o poder do povo possa triunfar. Se assim for, a mensagem para outras vítimas imperiais é não desistir. Lutando tempo suficiente para vencer, por vezes, conseguem. Talvez seja este o tempo para os líbios.
* Nascido em Boston, com graduação e MBA nas universidades de Harvard e Wharton, analista de pesquisas de marketing, empresário hoje aposentado, Stephen Lendman, desde 2005, aos 71 anos de idade, tem sido um dos mais penetrantes críticos da política e da economia dos EUA. Reside atualmente em Chicago.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Ex-preso da base americana em Guantánamo denuncia torturas


Essa é a Democracia dos EUA!
tá mais pra demoniocracia

O ex-prisioneiro alemão em Guantánamo, Murat Kurnaz, denunciou em entrevista ao Rússia Today que foi submetido a torturas com choques elétricas, surras e a toda sorte de humilhações durante a sua detenção ilegal naquela prisão.
Kurnaz, que ficou preso durante 5 anos e foi solto sem que lhe fosse atribuída nenhuma pena, foi detido no Paquistão em 2001. Ele explicou que fazia parte de uma organização de ajuda humanitária que atuava no país e que foi levado por policiais sob alegação de que precisavam checar seu passaporte.
Entregue aos norte-americanos, o ex-prisioneiro alemão denunciou que os paquistaneses recebiam 3 mil dólares por cada pessoa entregue aos estadunidenses como terroristas. “Essa quantidade no Paquistão é muito dinheiro”, explicou. Conduzido a Kandahar, no Afeganistão, Kurnaz disse que presenciou todo tipo de torturas. “Eu vi muitos assassinatos sob tortura”. “Fui um daqueles que sobreviveu a essa classe de tortura”, prosseguiu.
Em Guantánamo, “eles utilizaram descargas elétricas sobre meu corpo porque eu não queria assinar uns papéis”, disse. “Em outro momento, me prenderam com algemas. “Fui preso ao teto”, prosseguiu. Em outra ocasião, me forçaram com afogamento simulado”, afirmou.
“Fui forçado a aceitar que era membro da Al Qaeda e do Talibã, mesmo alegando que não era”, continuou. “Logo depois comecei a perder a consciência porque nessa situação não podia comer ou beber e havia um frio congelante. Era inverno e eu não vestia roupa”, denunciou.
Ele disse ainda que os detidos em Guantánamo eram presos desde as mãos até os pés em uma posição fetal sobre o piso, sem cadeira, sem alimento ou água por 24 horas ou mais. Denunciou ainda que na prisão havia crianças - de 9 e 12 anos de idade.

Fonte: http://www.horadopovo.com.br/

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Cenas de protestos de judeus ortodoxos no mundo contra o Estado sionista de Israel

Repare bem, você tem visto cenas como esta na imprensa brasileira? Possivelmente não, mas no mundo todo os judeus não sionistas (como o resto da humanidade) condenam o Estado Sionista de Israel e ocupam as ruas para condenar e protestar contra o massacre em Gaza.

Em junho do ano passado eles também saíram às ruas para protestar contra as celebrações dos 60 anos do Estado de Israel. Para estes judeus ortodoxos o Estado de Israel é ilegal e imoral, a Torá e o Talmud condenam a formação de um estado judeu, assim como reconhece o direito dos palestinos de viverem em sua própria terra. As fotos a seguir mostram-nos (como inúmeros textos de lideranças judias que publicamos aqui), que há resistência dos judeus não sionistas no mundo todo contra as inúmeras violências de Israel também é cotidiana. Observação: todas as imagens foram recolhidas de: Neturei Karta International: Judeus Unidos contra o sionismo
Judeus ortodoxos anti-sionistas de Jerusalém reúnem-se com lideranças árabes em protesto contra a demolição de lares palestinos, 28 de julho de 2008
O que será que a imprensa brasileira diria se um palestino ou qualquer outro que não fosse judeu portasse um cartaz com esta mensagem? Certamente seria acusado de anti-semita. Será que é por isso que não vemos essas demonstrações na imprensa? Jerusalém, 28 de julho de 2008. O cartaz prega o fim do Estado de Israel o fim da brutalidade sionista de árabes e judeus!
O cartaz convoca as organizações de direitos humanos para intervir imediatamente e socorrer os irmãos palestinos do cativeiro dos sionistas. Protesto com a demolição de lares palestinos em Jerusalém, 28 de julho de 2008.
O cartaz afirma: sionistas não são judeus!
22 de setembro em Nova York: apelo ao presidente iraniano que respeito o judaísmo e condene o sionismo.
Este cartaz radicaliza, segundo os judeus ortodoxos de Nova York a solução para a paz é o desmantelamento do Estado de Israel. Atentem que sempre usam Israel entre aspas, numa clara demonstração que este não é um Estado legítimo para os judeus.
Em Toronto, Canadá, os judeus ortodoxos condenam o Estado de Israel denominando-o de assassino e ladrão, que a formação deste estado é um desastre contra a humanidade; o outro cartaz afirma que o judaísmo rejeita o Estado Sionista de Israel e suas atrocidades.
Em Durban, África do Sul, rabino explica para uma platéia a diferença entre judaísmo e sionismo condenando o segundo e afirmando que os sionistas não são judeus.
O protesto em Durban foi ecumênico lideranças religiosas judias e muçulmanas discursaram conjuntamente mostrando que é uma falácia que essas religiões não podem conviver pacificamente.

Vários rabinos ortodoxos condenam o uso que os sionistas fazem do Holocausto para justificarem suas atrocidades contra os palestinos e acusarem todos que condenam as ações de Israel como anti-semitas. A manchete em espanhol afirma: O Estado de Israel explora o holocausto.
Dia 29 de dezembro 2008,
na Trafalgar square
, em Londres, judeus seguram a bandeira da Palestina e afirmam nos cartazes que Israel é um Estado de terror. Londres: os judeus autênticos não celebram os 60 anos da criação do Estado de Israel ao contrário, para eles são 60 anos de ocupação/invasão sionista da terra sagrada.


Lembrem-se da vergonha de Israel: isolamento dos palestinos que tornam crianças inocentes prisoneiras, fazem de Gaza a maior prisão a céu aberto. Nova York, 28 de dezembro de 2008: Israel não tem o direito de falar pelos judeus
Em Nova York, 28/12/2008, ao lado do mapa da Palestina (pintado com as cores da bandeira Palestina) hoje Estado de Israel, o cartaz afirma que judeus autênticos jamais reconhecem a legitimidade do Estado de Israel.
Também em Nova Iork o cartaz afirma: Judaimos e sionismos são extremos opostos.
Nova York: o cartaz afirma que é mandamento da Torá que os palestinos tenham direito a autodeterminação de seu povo, governo, terra e país.
Nova York: Estado de israel não representa o mundo judaico
Nova York: Nós somos contra o Estado de Israel, porque nós somos judeus

Nova York: Palestinos e judeus são povos irmãos
Manifestação em Washington DC: um dos cartazes diz: Leiam o Taldmud, segundo suas leis os judeus são proibidos de criarem um Estado próprio

Fonte: http://mariafro.com.br/wordpress/2009/01/04/cenas-de-protestos-de-judeus-ortodoxos-no-mundo-contra-o-estado-sionista-de-israel/