quinta-feira, 16 de maio de 2013

A Terra cruzou o limiar da Era Dourada



 Matthew Ward — Maio 12, 2013

Uma perspectiva mais elevada da Terra; violência, dualidade; CIA e o ataque à bomba na maratona de Boston; movimento Sionista; Audiências sobre os OVNI; mudanças climáticas
1.Com saudações amorosas de todas as almas desta estação, sou Matthew. Sabemos que é difícil sentirem-se eufóricos devido à Terra estar na quarta densidade quando a violência ainda está firmemente instalada no vosso mundo, e vocês questionam onde está a prometida Era Dourada.
2. A Terra cruzou o limiar da Era Dourada, quando entrou no porto seguro da quarta densidade há seis meses atrás, mas muitos dos seus residentes que a acompanham não alcançaram aquela densidade em conhecimento consciente e espiritual. Portanto, é compreensível que se sintam desencorajados pelo que parece ser um progresso pequeno em direcção a um mundo pacífico.
3. Sim. Mencionamos esses sentimentos antes, e agora, tal com então, nunca foi com intenção de criticar. Em verdade, podíamos sentir o mesmo se víssemos apenas o que vocês vêem, mas temos a enorme vantagem de ver a Terra deste ponto de observação excepcional.
4. Vemos mudanças espantosas no vosso mundo de hoje comparadas com as condições do princípio da ascensão da Terra apenas há cerca de setenta e tal anos. Vemos portais de energia antigos a abrir-se e a luz que está a chegar a ser ancorada em todo o planeta. Vemos milhares de luzes das almas que estão a acordar, enquanto a Terra continua a mover-se para as dimensões mais altas e vemos todas as glórias da Idade Dourada como umfait accompli (facto consumado).
5. Não só se sentiriam encorajados, mas também jubilantes se pudessem ver isto tudo, e como gostaríamos que pudessem! Mas não podem, por isso deixem que o nosso conhecimento do que tem transpirado e que está a acontecer neste momento, afaste algum desencorajamento que ainda possa existir, para que as vibrações baixas não esmoreçam a vossa luz. A vossa firmeza na luz é tão vital como sempre foi para vós pessoalmente, e para a vossa sociedade – sois os que indicam o caminho às almas recém-acordadas.
6. O domínio da violência mostra que as trevas ainda têm a Terra ao se alcance?Abreviadamente,é isto que muitos leitores têm escrito à minha mãe e a sua preocupação é partilhada por outros trabalhadores da luz. Asseguramos que as trevas que avassalaram o planeta durante milénios foram deixadas para trás, quando a Terra saiu da terceira densidade.
7. Para explicar porque é que a violência continua, mesmo que o planeta esteja seguramente na quarta densidade, vamos recuar na vossa escala de tempo. Ao longo do caminho da ascensão da Terra, ela passou por muitos níveis de energia e há algum tempo alcançou um nível que começou a aumentar todas as características e comportamentos. Como os extremos opostos da dualidade se intensificaram, as acções que reflectem o melhor da Humanidade aumentaram e aconteceu o mesmo com as acções que reflectem o pior.
8. A dualidade está no seu ponto máximo e todos estão a reagir "à voz interior ampliada" – as pessoas com tendência para a violência estão a seguir a necessidade elevada de agir violentamente.
9. No entanto, nem tudo é o que parece. A facção Illuminati da CIA ainda está activa no terrorismo, muitas vezes com os funcionários da aplicação da lei que, involuntariamente são cúmplices, em vez de capturarem os criminosos. Além de usarem os escassos indivíduos mentalmente controlados que programaram, a facção tem uma lista de pessoas ‘prováveis’ a quem culpar pelas suas actividades terroristas. Fabricam um fundamento plausível à volta de factos escolhidos sobre esses indivíduos, e alimentam essa história através da comunicação mediática.
10. O bombardeamento na maratona de Boston foi obra deles. Os dois irmãos imputados de ser os bombistas encaixam-se muito bem naquilo que a facção precisava para esta ocasião. Souberam do interesse dos jovens em construir bombas rudimentares e ligaram esse facto às suas convicções religiosas e à estadia do irmão mais velho na Chechénia e em Dagestan, e encontraram os "suspeitos" que o público iria achar credíveis.
11. É triste para vós e para nós que ainda alguns acidentes violentos ainda façam parte da vida na Terra. Realmente são trágicos, para os que experimentam a perda de entes queridos ou que ficaram gravemente feridos. Gostaríamos de fazer saber às famílias enlutadas que os seus membros foram recebidos pela família e amigos queridos que já tinha "partido", à entrada no Nirvana, onde a vida é cheia de actividade, diversidade e com o conhecimento gratificante que cada um é uma parte da Unidade de Tudo.
12. Apesar da cobertura da comunicação mediática ter explicado repetidas vezes os "actos de terror" e outros crimes horrorosos, a energia do medo está a dissipar-se. A nível de alma todos sabem que o planeta está centenas de vezes menos "tóxico" do que estava há uns anos atrás e como os surtos de energia mantém a Terra a dirigir-se para as vibrações mais altas, esse conhecimento começou a instilar-se na consciência. Muitos dos que anteriormente eram profundamente afectados pelo comércio do medo da comunicação mediática, agora já não estão sujeitos a isso.
13. Há uma especulação legítima e também uma estratégia de rumores medonhos sobre até onde a guerra civil da Síria pode conduzir. Não haverá mais guerras internacionais "insufladas" e as tentativas de usar armas nucleares não serão bem-sucedidas. Finalmente, os lutadores em prol da liberdade na Síria, serão vitoriosos e, como noutros países onde os cidadãos tiveram governantes despóticos, a nação irá passar um período de desassossego, antes de conseguir a estabilidade social e a liderança.
14. A persistente beligerância de Israel é obra dos Sionistas – outro grupo dos Illuminati divergentes – que servem apenas os seus próprios interesses de conquista. Contrariamente ao que vos querem fazer crer, o movimento Sionista nãorepresenta a vontade dos Israelitas ou Judeus, em parte nenhuma do mundo. Com o passar do tempo, este movimento que está a perder o apreço mesmo dos seus aliados inflexíveis, irá perder completamente a sua credibilidade e influência.
15. Da mesma maneira, os direitos legais são negados a muitas almas, bem como os cuidados de saúde, educação, igualdade social e económica e existem leis injustas, métodos de vigilância e outras actividades a infringir a sua privacidade e a limitar as suas liberdades. Os chemtrails ainda cruzam os v céus em alguns lugares e continuam a existir outros poluentes do ar, da água e do solo; também acontece o mesmo com a poluição das vossas florestas e os tratamentos medonhos dos animais nos mares e em terra.
16. Os governos já não podem ignorar os pedidos de reformas significativas, nessas áreas e noutras situações perigosas. Surgem acções benéficas dos povos e os movimentos populares em todo o mundo estão a propagar-se em número e eficiência. Ireis ver que todas as leis existentes ou propostas, políticas, restrições, produtos e sistemas que têm um impacto negativo na vida na Terra, irão desaparecer gradualmente.
17. As pessoas que estão a ligar os pontos das notícias positivas relatadas nas publicações independentes, nos sites da internet e nos documentários e entrevistas televisivas estão a sentir-se motivados. Um ponto recente de aplicação internacional aconteceu nos Estados Unidos. Um grupo encontrou-se com representantes da comunicação mediática e com alguns antigos membros do Congresso para falar das suas observações pessoais e do conhecimento que oferece evidência nítida de vida extraterrestre inteligente [Citizen Hearing = Audiências do Cidadão sobre a Divulgação dos (UFO) no National Press Club, Washington, DC, iniciadas em 29 de Abril].
18. Há doze anos o grupo estava no mesmo caminho com o mesmo objectivo. Esse pequeno encontro foi completamente ignorado pela comunicação mediática – para não mencionar o Governo dos EUA – e embora os cinco dias recentes das audiências formais não tivessem sido os títulos dos cabeçalhos em todo o mundo, foram mencionados em alguma imprensa e a cobertura foi postada em numerosos sites na internet.
19. Mas o efeito mais significativo desse acontecimento de fim-de-semana prolongado foi que aconteceu. A influência dos Illuminati nos Estados Unidos, o seu derradeiro braço de ferro, enfraqueceu tão seriamente que não puderam impedi-lo. Os vossos governos não podem continuar por mais tempo a ignorar a presença da nossa família, mas por favor, não esperem dar um aperto de mão com os que estão a viver entre vós ou saudar as tripulações a aterrar na próxima semana. Uma afirmação oficial de que existe outras civilizações – ou talvez aprobabilidade de que existem – seria um primeiro passo cauteloso, e os vossos líderes que estiveram ligados ao planeamento do anúncio ainda estão a discutir: Quando é que os povos estarão preparados para ouvir isto?
20. Esses líderes não sabem que não lhes pertence tomar essa decisão. Na sua sabedoria infinitamente maior, Deus saberá quando deverá dar o sinal de AVANCEM ao Conselho Universal Supremo, e então algumas das tripulações que se encontram aos milhares a rodear o vosso planeta, irão juntar-se a vós. Irão adicionar as suas tecnologias às que foram desenvolvidas pelos vossos cientistas há muitos anos, mas que foram usurpadas pelos Illuminati e quando já não necessitarem da sua ajuda, irão regressar aos seus planetas lar.
21. Este é o local indicado para abordar outra preocupação partilhada por um certo número de trabalhadores da luz. Não, o facto de não ter havido aterrizagens em massa NÃO significa que os membros benevolentes da nossa família universal vos tenham abandonado e que uma civilização que pretenda escravizar-vos esteja agora a substitui-los! As únicas tripulações que estão nos vossos céus são compostas de guerreiros da Luz e estão a servir-vos de várias maneiras que são profundamente necessárias.
22. As tecnologias das naves estão a reduzir a poluição na atmosfera, a provocar o mau funcionamento das armas de guerra, a impedir tentativas de ataques terroristas maciços, a dirigir a luz para as vossas águas para sustentar a vida marinha e a explodir ou vaporizar quaisquer elementos pequenos no espaço que possam causar dano à Terra. Civilizações vastas e poderosas ainda estão a emitir luz de muito longe para o planeta e os ETs que estão aí convosco, em posições de influência, estão a pressionar para levar avante os esforços de reformas.
23. Deixem que mencionemos outra área onde os argumentos em curso são inúteis. "O aquecimento global" devido à negligência, ignorância e negação absoluta e intencional da Humanidade é verdadeiro, para ter a certeza, mas o derreter do gelo polar, as temperaturas extremas a ultrapassar os registos e outras anomalias climáticas são os passos da Terra para regressar a um clima moderado em todo o globo, como era quando todo o planeta era o "jardim do Éden."
24. Os esquiadores e outros entusiastas dos desportos de inverno não precisam preocupar-se com o desaparecimento das montanhas cobertas de neve – claro que não irão desaparecer! As majestosas cadeias de montanhas da Terra e as gargantas espantosas, formadas pelo erguer dinâmico e por águas poderosas não existiam quando o planeta foi formado, mas esses aspectos da sua beleza natural que vos encantam, também encantam ela própria.
25. Mãe, penso que os leitores irão gostar da parte da transmissão da querida alma no Nirvana que pertence ao clima. Inclui, por favor, bem como a conversa breve subsequente que ela teve contigo.
26. [O texto seguinte é um excerto da informação de Grace na Earth’s Golden Age - Life Beyond 2012. A parte dela neste livro são algumas escolhas abrevidadas de várias transmissões que se tornaram no capítulo "Grace" em Illuminations for a New Era. A informação a seguir é da sua primeira transmissão em 1999.]
O meu serviço, nesta ocasião é estudar os mecanismos para afastar as anomalias do tempo atmosférico e suavizar os seus efeitos na nossa atmosfera. E digo "nossa" – como vossa e nossa. Não estamos muito longe dessa situação e, além disso, temos esses laços estreitos convosco e não estamos separados de muitas maneiras. Pela nossa densidade leve e pelo tempo atmosférico respectivo, sim, estamos, mas ainda é a vossa E a nossa atmosfera que estou a trabalhar.
Sei que parece demasiado estranho para poderem acreditar, mas é a melhor maneira para me referir. Não é completamente como descrevo aqui, mas vocês não têm as nossas palavras, então como podiam começar a saber o que quero dizer se usar o nosso vocabulário? Aqui não existem os mesmos sinónimos ou expressões semelhantes para este processo. É algo que não pode ser de ajuda imediata, mas com o correr do tempo, o que estou a fazer irá fazer uma grande diferença.
Não é que possa aproveitar os ventos da Terra ou agir como se fosse um guarda-sol global na maioria das tempestades. Estou a estudar como conter a energia para que ela possa ser dispersa e não acumulada e depois explodir. Deveria ter dito dispersa de uma forma rotineira, lenta e fácil, em vez de me sentar por algum tempo e depois agir como se tivesse o mundo inteiro peso pela cauda e depois, cuidado - está aqui outro furacão ou tornado!
Vai demorar um pouco a causar qualquer efeito, sabem? Ainda há muito mais a chegar seja qual for a designação que lhe dêem – limpeza, purificação, aumento de luz, aligeirando os fardos de negatividade da Terra, processo da ascensão – mas isto diz tudo respeito á mesma coisa – há ainda reservada, uma certa quantidade de actividade geológica
Não há maneira de fugir a isto, sabem? Energia é energia, e não podem dizer, "Xô, querida, desaparece." Realmente, aquilo em que estou a trabalhar, para chegar ao estado de ser capaz de manusear as coisas para que se a chuva for necessária, chegue em quantidade suficiente. Depois de efectuado, vai-se embora até ser novamente necessária. O ritmo e o padrão está implantado, como vêem.
[O que se segue faz parte de uma pequena conversa entre mim e Grace em Outubro de 2011.]
Estas equipas nos vossos céus estão a ficar impacientes. Estão prontas para aterrar há anos e seguir ir em frente com o que elas, ou as suas tecnologias, podem fazer para ajudar-vos. Conseguiram atingir alguns desenvolvimentos por vós próprios que foram mantidos secretos e poucos sabem isso e do que eles são capazes, mas esperam até ver a tecnologia ET em acção!
E também, o vosso tempo atmosférico e os desastres naturais – vou apenas referir algumas palavras sobre este assunto. Sabem que durante eras muito foi criado através de combinações de tecnologias controladas pelos Illuminati – bem, isso vai acabar muito depressa. Realmente, já abrandou muito, e jamais acontecerá nenhuma dessas afirmações sobre sublevações fantásticas e catastróficas, que estão a deambular pela Internet. Mantenham o vosso olhar num mundo glorioso, na Terra da Idade Dourada, e não receiem as GRANDES mudanças – são todas para o BEM!
Grace, como te sentes no " tempo atmosférico do futuro"?
Maravilhosamente bem! Estamos todos preparados para o tempo em que a Terra tiver despejado toda a negatividade e pudermos agir de acordo com a sua escolha de um clima moderado em toda a parte. Não irá demorar tanto enquanto puderem pensar em mudar os desertos em hortas!
27. Obrigado, Mãe. Agora, querida família da Terra, sabeis que as pessoas no Nirvana estão a fazer mais do que emitir amor para vós – estão a servir de maneira que provavelmente nunca imaginaram que alguém no mundo do Espírito poderia fazer.
28. Muitos países estão hoje a homenagear as mães neste dia, e todos os vossos países têm datas especiais para homenagear as pessoas que, de uma forma ou de outra, deram contribuições extraordinárias. Que regozijo haverá quando homenagearem todos os dias a si e às outras almas deste Universo, por serem os seres divinos da família de Deus
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AMOR e PAZ
Suzanne Ward
Website: The Matthew Books
Email: suzy@matthewbooks.com
Tradução: Maria Luisa de Vasconcellos (luisavasconcellos@hotmail.com)

quarta-feira, 24 de abril de 2013

As bombas de fragmentação dos EUA


Norman Solomon, Commondreams

Depois das bombas que mataram e mutilaram tão horrivelmente na Maratona de Boston, políticos e jornalistas da imprensa-empresa dos EUA [sempre caninamente repetidos por políticos e jornalistas da imprensa-empresa no Brasi] não se cansam de repetir discursos de compaixão – e incansáveis “duplipensar e duplifalar”, que George Orwell definiu como “empenho em apagar e fazer esquecer todos os fatos inconvenientes”.

Em sincronia com veículos comerciais em todo o país, o New York Times estampou manchete de apavorar, na 1ª página da edição da 4ª-feira: “Bombas de Boston Carregadas para Estraçalhar, dizem autoridades”. A matéria falava de uma panela de pressão cheia de pregos e pedaços de metal, “montada para disparar fragmentos pontudos de metal, contra todos que estivessem no campo de explosão.”

Muito menos improvisadas e pesando quase 500 kg, as bombas CBU-87/B de fragmentação estavam classificadas sob a categoria de “munição de efeitos combinados”, quando foram disparadas, há 14 anos, por um bombardeiro que levava o nome de “Tio Sam”.

A imprensa-empresa nos EUA praticamente nem noticiou o ‘evento’.

Numa 6ª-feira, ao meio-dia, forças da OTAN lideradas pelos EUA lançaram bombas de fragmentação sobre a cidade de Nis, na área vizinha de um mercado de legumes e frutas. “As bombas explodiram perto de um complexo hospitalar e de um mercado, causando mortes e cobrindo de estilhaços as ruas da terceira maior cidadã da Serbia” – leu-se em despacho do San Francisco Chronicle, dia 8/5/1999.

E: “Numa das ruas que leva ao mercado, viam-se corpos estilhaçados, entre cenouras e vegetais, em poças de sangue. Um dos cadáveres coberto por um lençol, de uma mulher, ainda tinha na mão a cesta de compras cheia de cenouras.”

Destacando que bombas de fragmentação “explodem no ar e espalham pregos e fragmentos de metal sobre vasta área”, o correspondente da BBC, John Simpson, escreveu no Sunday Telegraph: “Usadas contra alvos humanos, as bombas de fragmentação estão entre as armas mais selvagem do moderno arsenal bélico.”

Nos EUA, “armamento selvagem” não significa armamento proibido. De fato, para o então comandante-em-chefe Bill Clinton e seus cérebros militares belicistas assessores em Washington, “selvagem” é um dos atributos positivos das bombas de fragmentação. Cada uma delas dispara cerca de 60 mil fragmentos afiados de metal contra o que o fabricante das bombas descreve como “alvos moles”.

Um raro repórter diligente, Paul Watson do Los Angeles Times, noticiou, de Pristina, Yugoslavia: “Em cinco semanas de ataques aéreos, dizem testemunhas locais, os aviões da OTAN têm disparado bombas de fragmentação, que lançam bombas menores, de explosão retardada, sobre vastas áreas. No jargão militar, essa munição menor é chamada bomblets [ap. “bombinhas”]. O Dr. Rade Grbic, cirurgião e diretor do principal hospital de Pristina, vê, diariamente, provas de que a expressão “bombinha” apenas mascara o trágico impacto desse tipo de munição. Grbic, que salvou a vida de dois meninos albaneses feridos quando outras crianças brincavam com uma bomba de fragmentação não detonada encontrada no sábado, disse que nunca, em toda a vida, fez tantas amputações.”

A matéria do LA Times citava o Dr. Grbic: “Sou ortopedista há 15 anos, trabalhando em região de conflito onde sempre se veem ferimentos terríveis, mas nunca antes vimos, nem eu nem meus colegas, o que vimos depois que as bombas de fragmentação começaram a ser usadas.” E acrescentou: “São ferimentos extensos e profundos. Os membros estão de tal modo destroçados, que a única via possível é a amputação. É terrível, terrível.”

O relato prossegue: “Só o hospital de Pristina já recebeu entre 300 e 400 feridos por bombas de fragmentação desde que começou a guerra aérea da OTAN, dia 24 de março”, disse Grbic. “Metade das vítimas são civis. Esse número não inclui os mortos pelas bombas de fragmentação, nem os feridos em outras regiões da Iugoslávia. O número total de vítimas é muito superior. A maioria das vítimas são atingidas pelas bombas menores, programadas para explodir algum tempo depois de lançadas, quase sempre já no solo” – disse ele.

Adiante, já durante a invasão e nos primeiros tempos da ocupação, militares dos EUA lançaram bombas de fragmentação no Afeganistão. E também usaram munição de fragmentação no Iraque.

Hoje, o Departamento de Estado ainda se opõe à proibição desse tipo de arma, como se lê na página oficial: “As bombas de fragmentação são comprovadamente úteis do ponto de vista do interesse militar. A eliminação delas do arsenal dos EUA poria em risco a vida de nossos soldados e dos soldados de nossos parceiros de coalizão.”

E o Departamento de Estado prossegue: “Além disso, as bombas de fragmentação frequentemente resultam em muito menos dano colateral que bombas unitárias, como o que seria causado por bombas maiores ou fogo mais amplo de artilharia, se usados para a mesma missão.”

Vai-se ver... Os que encheram uma panela de pressão com pregos e pedaços pontiagudos de metal e a explodiram em Boston raciocinaram exatamente como, e tão pervertidamente quanto, o Departamento de Estado!

Mas que ninguém espere esse tipo de leitura dos jornais comerciais diários ou das redes comerciais de televisão – nem, sequer, de redes ‘públicas’ do tipo da National Public Radio (NPR) em programas como “Morning Edition” e “All Things Considered”, ou do Public Broadcasting System (PBS) e seu “NewsHour.”

Quando o assunto é matança e mutilação de seres humanos, esses veículos imediatamente assumem o pressuposto ‘alto padrão moral’ preventivo da Casa Branca.

Em seu romance 1984, Orwell escreveu sobre o reflexo condicionado de “paralisar, encurtar, como que por instinto, parar sempre um passo antes de qualquer pensamento ousado, considerado perigoso (...), para não ser perturbado, entediado ou repelido por qualquer ideia ou linha de pensamento que leve a alguma heresia.”

Esse duplipensar e duplifalar – incansavelmente reforçado pelo jornalismo comercial de massa – preserva-se ainda dentro de uma zona proibida à crítica, na qual nenhuma ironia radical é admitida, e que admite, no máximo alguma autossátira, pressuposta menos danosa à coerência intelectual e moral.

Todo o noticiário distribuído por veículos das empresas de jornalismo comercial sobre as crianças mortas e feridas em Boston, cada relato da horrenda mutilação de braços e pernas, faz-me lembrar de Guljumma, uma menina que tinha sete anos quando a encontrei em um campo de refugiados afegãos, num dia do verão de 2009.

Naquela época, escrevi que “Guljumma contou o que aconteceu uma manhã, ano passado, quando ela dormia em casa, no vale Helmand, no sul do Afeganistão. As bombas explodiram às 5h da manhã. Morreram parentes seus. Ela perdeu um braço.”

Os EUA não ofereciam qualquer tipo de ajuda humanitária às várias centenas de família que viviam, em condições miseráveis, no campo de refugiados nos arredores de Cabul. O único contato significativo que jamais houve entre Guljumma, o pai dela e o governo dos EUA foi quando a casa deles foi bombardeada.

A guerra favorece todo tipo de abstrações jornalísticas, mas Guljumma não é abstrata. É tão concreta quanto as crianças cujas vidas foram arruinadas para sempre, pelas bombas na Maratona de Boston.

Problema é que os mesmos veículos de jornalismo comercial que não se cansam de falar da preciosidade das crianças feridas em Boston mantêm-se absolutamente indiferentes às crianças como Guljumma.

Pensei também nela quando vi o noticiário e uma foto horrenda, dia 7/4, de um dia em que 11 crianças, no leste do Afeganistão, tiveram ainda menos sorte que Guljumma. Aquelas crianças morreram num ataque aéreo da OTAN-EUA. Para os jornalistas empregados do jornalismo comercial norte-americano, ali nem havia notícia; para os militares norte-americanos, não foi grande coisa.

“Os cachorrinhos de circo dançam quando o domador estala o chicote” – escreveu Orwell –, “mas os cachorrinhos realmente bem treinados são os que dão seus saltinhos, quando nem se ouve o chicote.”

Tradução:Vila Vudu


terça-feira, 23 de abril de 2013

Blogueira pró ianque tem apoio da mídia, enquanto Assange é demonizado



quarta-feira, 17 de abril de 2013

O objectivo supremo da propaganda é conseguir que milhões de pessoas forjem entusiasticamente as grilhetas da sua própria servidão [Emil Maier-Dorn].


JFK vs. the Federal Reserve Banksters - (Bankers + Gangsters)

Texto de Anthony Wayne - Lawgiver.org

A 4 de Junho de 1963, um decreto presidencial quase desconhecido, o Decreto Executivo 11110, foi assinado com a autoridade para essencialmente retirar ao Banco da Reserva Federal o seu poder para emprestar dinheiro ao Governo Federal dos Estados Unidos com juros. Com o golpe de uma caneta, o Presidente Kennedy anunciou que o privado Banco da Reserva Federal estaria em breve fora do negócio.

A organização Christian Law Fellowship pesquisou exaustivamente este assunto através do Registro Federal e da Biblioteca do Congresso. Pode-se agora concluir com segurança que o Decreto Executivo11110 nunca foi anulado, emendado ou substituído por nenhum Decreto Executivo ulterior. Por outras palavras, continua ainda válido.

Quando o Presidente John Fitzgerald Kennedy – o autor de «Profiles in Courage» [Perfis de Coragem] – assinou este Decreto, restituiu ao governo federal, especificamente ao Departamento do Tesouro, o poder constitucional de criar e emitir moeda – dinheiro – sem passar pelo Banco da Reserva Federal na posse de privados. O Decreto Executivo do Presidente Kennedy, Ordem Nº 11110, deu ao Departamento do Tesouro a autoridade explícita para: "emitir certificados de prata em troca de lingotes de prata, ou dólares em metal de prata ou ouro existentes no Tesouro". Isto significa que por cada onça (28,349 gramas) de prata existente nos cofres do Tesouro dos Estados Unidos, o governo podia introduzir dinheiro novo em circulação avalizado nos lingotes de prata que lá existiam fisicamente. Por isso, mais de 4 mil milhões de dólares em Notas dos Estados Unidos foram postos em circulação com o valor facial de 2 e 5 dólares. Notas dos Estados Unidos de 5 e 10 dólares nunca entraram em circulação, mas estavam a ser impressas pelo Departamento do Tesouro quando Kennedy foi assassinado. Parece óbvio que o Presidente Kennedy sabia que as Notas da Reserva Federal que estavam a ser utilizadas, supostamente como moeda legal corrente, eram contrárias à Constituição dos Estados Unidos da América.

As Notas dos Estados Unidos foram emitidas como moeda livre de juros e livre de dívida (interest-free and debt-free) avalizadas pelas reservas de prata do Tesouro Americano. Comparámos um Nota da Reserva Federal emitida pelo Banco Central privado dos Estados Unidos (o Banco da Reserva Federal, também conhecido como Sistema de Reserva Federal), com uma Nota dos Estados Unidos proveniente do Tesouro Americano emitida pela Ordem Executiva do Presidente Kennedy. Parecem quase iguais, só que uma diz "Nota da Reserva Federal"” no topo enquanto a outra diz "Nota dos Estados Unidos". Do mesmo modo, a Nota da Reserva Federal possui um selo verde e um número de série enquanto a Nota dos Estados Unidos tem um selo vermelho e um número de série:


Nota dos Estados Unidos
Nota da Reserva Federal


O Presidente Kennedy foi assassinado a 22 de Novembro de 1963 e as Notas dos Estados Unidos que ele emitiu foram de imediato retiradas de circulação. As Notas da Reserva Federal continuaram a servir como moeda corrente da nação. Segundo os serviços secretos americanos, 99% de todo o papel-moeda a circular nos EUA em 1999 eram Notas da Reserva Federal.

Kennedy sabia que se as Notas dos Estados Unidos avalizadas por prata circulassem amplamente,teriam eliminado a procura as Notas da Reserva Federal. É apenas uma simples questão económica. As Notas dos Estados Unidos eram avalizadas por prata e as Notas da Reserva Federal não eram suportadas por nada que tivesse algum valor intrínseco. O Decreto Executivo 11110 teria evitado que a dívida nacional tivesse atingido o seu nível actual (praticamente toda a dívida federal, mais de 9 biliões de dólares [$9 trillion], foi criada desde 1963), se Lyndon B. Johnson e todos os Presidentes que lhe sucederam a tivessem aplicado. Teria permitido quase imediatamente ao governo americano reembolsar a sua dívida sem recorrer aos bancos privados da Reserva Federal e ser obrigado a pagar juros para criar "dinheiro" novo. O Decreto Executivo 11110 forneceu aos EUA o poder de, mais uma vez, criar o seu próprio dinheiro avalizado pela prata e com valor autêntico.

Assim, de acordo com a nossa pesquisa, apenas cinco meses depois do assassínio de Kennedy, deixaram de ser emitidos os Certificados de Prata da Série 1958, e foram mais tarde retirados de circulação. Talvez o assassínio de Kennedy fosse um aviso a todos os futuros presidentes para não interferirem com o controlo da criação de dinheiro pela privada Reserva Federal. Parece óbvio que o Presidente Kennedy desafiou os "poderes que existem por trás dos EUA e da finança mundial". Com verdadeira coragem patriótica, Kennedy enfrentou audaciosamente os dois mais poderosos instrumentos que alguma vez foram utilizados para aumentar a dívida:

1) A guerra do Vietname; e

2) A criação de dinheiro por um banco central privado.

O seu empenho em tirar todas as tropas do Vietname até 1965 combinado com o Decreto Executivo11110 teria destruído os lucros e o controlo do privado Banco da Reserva Federal.



Decreto Executivo Nº 11110


Emenda do Decreto Executivo nº 10289, como emendado, relativa ao desempenho de certas funções com influência no Departamento do Tesouro.

Em virtude da autoridade que me foi concedida pela secção 301 do capítulo 3 do Código Geral dos Estados Unidos, é ordenado o seguinte:

SECÇÃO 1. Decreto executivo Nº 10289 de 19 de Setembro de 1951, como emendado, é por este meio adicionalmente emendado –

(a) Acrescentando ao fim do parágrafo 1 o seguinte subparágrafo (j):

(j) A autoridade investida na Presidente pelo parágrafo (b) da secção 43 da lei de 12 de Maio de 1933, como emendado (31 U.S.C. (Lei Geral dos EUA) 821 (b)), para emitir certificados de prata em face de qualquer lingotes de prata, prata, ou dólares de prata correntes existentes na Tesouraria não retidos para resgate de qualquer certificado de prata excepcional, para regulamentar o valor desses certificados de prata e para cunhar dólares correntes de prata e dinheiro de prata subsidiário para o seu resgate”, e

(b) Revogando os subparágrafos (b) e (c) do parágrafo 2.

SECÇÃO 2. A emenda feita por este Decreto não irá afectar nenhuma lei já existente, ou qualquer direito que aumente ou tenha aumentado ou qualquer pleito ou processo judicial em andamento ou tenha começado em qualquer causa civil ou criminal anterior à data deste Decreto mas todas essas responsabilidades continuam e podem aplicar-se como se as emendas não tivessem sido realizadas.

JOHN F. KENNEDY
THE WHITE HOUSE (CASA BRANCA),

4 de Junho de 1963


Uma vez mais, o Decreto Nº 11110 continua a ser válido. Segundo o Diploma 3, Código dos Estados Unidos, Secção 301 datado de 26 de Janeiro de 1998:

Decreto Executivo (EO – Executive Order) 10289 datado. 17 de Setembro, 1951, 16 F.R. 9499, foi emendada por:

EO 10583, datado de 18 de Dezembro de 1954, 19 F.R. 8725;
EO 10882 datado de 18 de Julho de 1960, 25 F.R. 6869;
EO 11110 datado de 4 de Junho de 1963, 28 F.R. 5605;
EO 11825 datado de 31 de Dezembro de 1974, 40 F.R. 1003;
EO 12608 datado de 9 de Setembro de 1987, 52 F.R. 34617



As emendas de 1974 e 1978, acrescentadas depois da emenda de Kennedy de 1963, não mudaram ou alteraram nenhuma parte do Decreto Executivo 11110. Uma pesquisa nos Projectos Executivos e nas Directivas Presidenciais de Clinton de 1998 e 1999 não mostraram nenhuma referência a qualquer alteração, suspensão ou mudanças ao Projecto Executivo 11110.

O Banco da Reserva Federal, também conhecido como Sistema da Reserva Federal, é uma Corporação Privada. O Black's Law Dictionary (Dicionário de Leis dos EUA) define o Sistema de Reserva Federal como:

«Rede de doze bancos centrais à qual pertence a maioria dos bancos nacionais e à qual os bancos estatais comerciais podem pertencer. As regras dos membros requerem investimento em acções e reservas mínimas

Bancos Privados possuem acções do FED (Sistema de Reserva Federal). Isto foi explicado em mais detalhe no caso de Lewis vs Estados Unidos, 2ª Série, Vol. 680, Páginas 1239, 1241 (1982), onde o tribunal afirmou:

«Cada Banco da Reserva Federal é uma corporação distinta, propriedade dos bancos comerciais na sua região. Os bancos comerciais possuidores de acções elegem duas terças partes dos nove membros da direcção de cada Banco

Os Bancos da Reserva Federal são controlados localmente pelos seus bancos membros. Mais uma vez, de acordo com o Black's Law Dictionary, descobrimos que estes bancos privados emitem efectivamente dinheiro:

«A Lei da Reserva Federal que criou os bancos da Reserva Federal que actuam como agentes na manutenção de reservas de dinheiro, emitindo dinheiro em forma de notas de banco, emprestando dinheiro aos bancos, e supervisionando os bancos. Administrado pela Direcção da Reserva Federal (q.v. (quod vide - veja))


Os bancos privados da Reserva Federal (FED) emitem de facto (criam) o “dinheiro” que usamos. Em 1964, a House Committee (Comissão Parlamentar) sobre Banca e Moeda, Subcomissão em Finança Doméstica, na segunda sessão do 88º congresso, elaborou um estudo intitulado Factos sobre o Dinheiro que contêm uma boa descrição do que é o FED:

«A Reserva Federal é totalmente uma máquina de fazer dinheiro. Pode emitir dinheiro ou cheques bancários. E nunca tem problemas em converter os seus cheques porque pode obter as notas de $5 e $10 necessárias para cobrir os seus cheques, simplesmente pedindo à Agência Tipográfica do Departamento do Tesouro para as imprimir.»

Qualquer pessoa ou qualquer grupo estreitamente unido que possua muito dinheiro, tem muito poder. Agora imagine um grupo de pessoas que têm o poder de criar dinheiro. Imagine o poder que estas pessoas têm. Isto é exactamente o que o privado Sistema de Reserva Federal é!

Ninguém fez mais para expor o poder do FED que Louis T. McFadden,, que foi o Presidente do House Banking Committee (Comissão que supervisiona todos os serviços financeiros nos EUA) nos anos trinta.. Ao descrever o FED, McFadden comentou no Congressional Record (registo do Congresso dos EUA), páginas da Câmara 1295 e 1296 a 10 de Junho de 1932:

"Sr Presidente, temos neste país uma das mais corruptas instituições que o mundo jamais conheceu. Refiro-me à ao Conselho de Directores da Reserva Federal e aos bancos da Reserva Federal. O Conselho de Directores da Reserva Federal, uma Direcção Governamental, tem roubado o Governo dos Estados Unidos e o povo dos Estados Unidos com dinheiro suficiente para pagar a dívida nacional. O saque e as iniquidades do Conselho de Directores da Reserva Federal e dos bancos da Reserva Federal actuando em conluio custaram a este país o dinheiro suficiente para pagar várias a dívida nacional. Esta instituição corrupta tem empobrecido e arruinado o povo dos Estados Unidos; arruinou-se a si mesma, e arruinou praticamente o nosso Governo. Fê-lo através da administração desonesta dessa lei pela qual o Conselho de Directores da Reserva Federal foi criado e através das práticas corruptas dos abutres endinheirados que o controlam".

Algumas pessoas pensam que os Bancos da Reserva Federal são instituições governamentais dos Estados Unidos. Eles não são instituições governamentais, nem departamentos ou agências. São monopólios de crédito privados que roubam o povo dos Estados Unidos para benefício de si mesmos e dos seus sócios estrangeiros. Estes 12 monopólios de crédito privados foram falsamente colocados neste país por banqueiros que vieram da Europa e que nos retribuíram a nossa hospitalidade debilitando as instituições americanas.

A Reserva Federal (FED) opera basicamente desta forma: O governo outorgou o poder de criar dinheiro aos bancos do FED. Eles criam dinheiro, e a seguir emprestam-no ao governo cobrando juros. O governo cobra os impostos sobre o rendimento para pagar a dívida. Nesta altura, é interessante verificar que a Lei da Reserva Federal (Federal Reserve Act) e a décima sexta emenda (sixteenth amendment), que dá ao Congresso o poder de colectar os impostos sobre o rendimento, foram ambos aprovados em 1913.

O poder incrível do FED sobre a economia é admitido universalmente. Algumas pessoas, sobretudo nas comunidades bancárias e académicas, inclusivamente apoiam-no. Por outro lado, existem aqueles, como o Presidente John Fitzgerald Kennedy, que o denunciou. Os seus esforços foram referidos por Jim Marrs, no seu livro "Crossfire" de 1990.

Outro aspecto despercebido da tentativa de Kennedy para reformar a sociedade americana envolve dinheiro. Kennedy aparentemente argumentou que retornando à constituição que determina que apenas o Congresso tem o poder de cunhar e regular dinheiro, a crescente dívida nacional poderia ser reduzida não pagando juros aos banqueiros do Sistema da Reserva Federal, que imprimem papel moeda e emprestam-no ao governo com juros.

Kennedy abordou esta área a 4 de Junho de 1963, assinando o Decreto Executivo Nº 11110 que requeria a emissão de $4,292,893,815 dólares em Notas dos Estados Unidos através do Tesouro Americano em vez da tradicional Sistema de Reserva Federal. Nesse mesmo dia, Kennedy assinou um decreto que alterava o aval das notas de um e dois dólares de prata para ouro, dando mais força ao debilitado dinheiro americano.

O controlador do dinheiro de Kennedy, James J. Saxon, tinha estado em desacordo com o Conselho de Directores da Reserva Federal durante algum tempo, encorajando maiores poderes de investimento e empréstimo aos bancos que não faziam parte do Sistema de Reserva Federal. Saxon decidiu também que os bancos que não pertenciam à Reserva Federal podiam subscrever obrigações tanto estatais como gerais, de forma a enfraquecer os bancos dominantes da Reserva Federal.

Num comentário feito numa turma na Universidade de Columbia a 12 de Novembro de 1963, dez dias antes do seu assassínio, o Presidente John Fitzgerald Kennedy alegadamente afirmou:

"O cargo de Presidente tem sido usado para fomentar uma conspiração para destruir a liberdade americana e antes de eu deixar o lugar, devo informar os cidadãos desta situação".

Nesta matéria, John Fitzgerald Kennedy parece ser um personagem do seu próprio livro... um verdadeiro Perfil de Coragem.


Comentário:

No filme choque JFK, de Oliver Stone (1991), o realizador prova, graças a um sem número de incongruências, incluindo o filme amador de Zapruder (onde se vê Kennedy a ser alvejado de frente na cabeça, enquanto Oswald, o suposto assassino, estava num edifício atrás do Presidente no momento dos disparos), que foi o aparelho de estado norte-americano que assassinou kennedy.

Stone atribui o atentado ao complexo militar-industrial que, sem dúvida, teve muito a ganhar com a morte de kennedy e com a subsequente escalada da guerra do Vietname. Mas o filme pode ter servido para desviar atenções do principal suspeito – a Reserva Federal Americana (FED) – o banco central privado que controlava, e controla, toda a finança americana, e que Kennedy se preparava para desmantelar, colocando o governo americano a emitir o seu próprio dinheiro livre de juros.

Um pequeno excerto do filme JFK de Oliver Stone, exactamente na parte em que as culpas do assassínio de Kennedy são exclusivamente imputadas ao complexo militar-industrial americano:

terça-feira, 16 de abril de 2013

Chave para a paz na Coréia - Remover presença dos EUA

Chave para a paz na Coréia - Remover presença dos EUA
Por http://landdestroyer.blogspot.com.au
14 de abril de 2013 - 03:57:40
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14 abril de 2013 ( AltThaiNews-Tony Cartalucci ) - Em 26 de março de 2010, o Cheonan ROKS é atingido pelo que parece ser umalemão-made torpedo , pias enquanto ceifando a vida de 46 marinheiros sul-coreanos. O mundo, a América na liderança, foi rápido em apontar o dedo para a Coreia do Norte Coreia do Sul antes de si governou los como suspeito. A Coreia do Norte inflexivelmente insistiu que não estava por trás do ataque, e apesar de sua postura paranóica e isolado, pouco além de insanidade poderia servir como um motivo. Apesar das evidências somando outra forma, para surpresa de ninguém um conjunto investigação "internacional"por os EUA, Reino Unido, Coréia do Sul, Austrália, Canadá, Suécia e, mais tarde, concluir que um submarino norte-coreano foi o culpado, deixando a maioria sul-coreanos ainda cético. Durante este período de tempo, a posição dos Estados Unidos na Ásia-Pacífico já estava diminuindo. Interminável guerra na Ásia Central e no Oriente Médio, junto com um aprofundamento da crise econômica no Ocidente permitiu outros atores para começar a encarar o vazio aparentemente inevitável em breve a ser deixado.Japão sob o então primeiro-ministro Yukio Hatoyama, começou a reafirmar-se sobre as instalações militares americanas impopulares espalhados por todo o país. China continuava a expandir a sua influência econômica e diplomática na região, atraindo até mesmo em América aliados tradicionais como Austrália e Tailândia . O naufrágio do Cheonan ROKS então "por acaso" serviu como um lembrete de por que América alega suas tropas e influência são necessários na região de "paz e segurança". O won coreano caiu, com o dólar dos EUA foi temporariamente reforçada e japonês PM Hatoyama não só admitiu a EUA exige respeito instalações dos EUA, mas também renunciar sobre o assunto. Literalmente citando o afundamento misterioso, ainda não resolvido do Cheonan, Washington insistiu sua necessidade de se reafirmar na Ásia para combater a Coréia do Norte, se não fosse por qualquer outro motivo. Coréia do Norte, ou por cumplicidade sombria ou por causa de sua natureza paranóica previsível, tornou-se maior aliado dos Estados Unidos, em muitos aspectos. novembro de 2010, um cenário semelhante jogado fora depois de uma troca de artilharia entre Norte e Coreia do Sul afirmaram que várias vidas. América foi novamente reforçado em sua posição altamente tênue, não só na Ásia como um todo, mas na península coreana em si, tendo sido rejeitado na ALC EUA-coreano e enfrenta a possibilidade de EUA reunião interesses bancário com taxas Tobin nos mercados coreanos. Sul liderança coreano admite agora que eles estavam realizando conjuntas EUA-coreanos exercícios de fogo real perto de águas altamente contestada no Mar Amarelo antes da troca ocorreu. A Coreia do Norte mantém este incidente foi provocado intencionalmente, como foi o naufrágio do Cheonan, como incidentes inventados de oportunidade para o império americano minguante para se reafirmar.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

MUDANDO A FACE DA RELIGIÃO : OUTRAS PEÇAS ESPIRITUAIS Última Atualização: 14 de abril de 2013 - 02:57:41 A moeda da Bondade


MUDANDO A FACE DA RELIGIÃO : OUTRAS PEÇAS ESPIRITUAISÚltima Atualização: 14 de abril de 2013 - 02:57:41


A moeda da Bondade
por Soren Dreier
14 de abril de 2013 - 02:51:13
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A moeda da Bondade


A força mais poderosa é a bondade. Ele parece ter uma vida própria. É como um organismo manifestada multiplicando por dentro e por fora. Altamente contagiosa.
Há níveis para o valor dele, é claro.
Alguma bondade manifestada não é bondade. É egoísta. Ele vem com uma condição. Certa vez me deparei com este médico tibetano que iria tratar seus pacientes de forma gratuita.Perguntado por que, ela dizia: Ele vai me dar um bom carma para a próxima vida!.
Realmente. Não pense que o universo vê através de que? Egoísmo Certified cósmica. Vamos lá.
Qualquer ato de bondade que vem com uma condição é ego-construir.
Qualquer ato de bondade que vem sem condição é ego derrubar.
Este Outono eu acidentalmente tropeçou para algumas pessoas muito amáveis, que me ensinou o valor da bondade. Ele me surpreendeu. Ele veio sem quaisquer condições. Apenas um chegar e portas abertas.
Isso é realmente valioso, o efeito abertura de porta. Cada pessoa no planeta está conectado a uma rede neural e quando as redes se abrir, a subida íngreme se torna de alguma forma mais fácil. Ele transcende em uma bela viagem, com uma suave brisa te apoiando.
Seja um abridor de portas, é um salto quântico amoroso.
Então, eu tento ir com a moeda de bondade e manifestá-lo tão bom quanto eu posso. Não é fácil, mas acho que estou pegando o jeito disso. Um monte de programação Matrix para o conceito de bondade tem de ser transcendido. O bonzinho fazer direito. E se as pessoas abusar dela e tal?
Eles podem `t, porque eu percebi que não se importava se eles fizeram e depois: ninguém fez.
Antes de soar como um batista do sul Holy Roller, que acabou de conhecer o Senhor, eu também descobri que eu tinha que chamar no meu passageiro sombrio de vez em quando. A sombra. O ego. E raiva se manifestar e raiva.
Eu descobri que eu ainda precisava. Meu filho foi expulso de uma viagem de campo com sua escola por ser um vegetariano. Sim, ele fez. E eu fui "Samuel Pulp Fiction Jackson" modo e tomou o prédio. Boa aprendizagem para professores psicopata, eu acho. Não poderia ter feito isso sem o meu lado negro.
Há lixo idade altamente intoxicado novo sobre a tomada do ego para baixo. Ego é igual a: Não é bom.
Há, por outro lado a abordagem mais esotérica para o ego. Ainda necessários. Ainda poderoso.

Ouvi Gerald Celente dizer : "Quando Jesus Príncipe da Paz confrontou os emprestadores de dinheiro fora do templo ele foi feroz". Muito legal. Indignação social? Seu passageiro escuro?Mais uma vez eu não estou em religião, eu estou em celestial.
A moeda do novo amanhecer é a bondade.
É uma escolha deve-se levar. Ao fazer isso, torna-se um hábito. Mas você tem que fazer isso pelo motivo certo e que vai ser: Por nenhuma razão!
Além de ser gentil, ajudar, nutrindo e tal e esquivando-se a programação de "Eles levam tudo de bom e destruí-lo" - mantra matriz.
Manifestando bondade que vai atrair bondade. Sua dinâmica universal como estar mal em um nível consciente. É realmente tudo sobre a escolha. Tudo é.
A bondade é de uma enorme acumulação derrubar a matriz.
Alguns países, na verdade, bondade fiscal. Eles chamam isso de "favores amigáveis". Entre os chamados "cidadãos comuns". Então, eles devem ser muito medo dele. Eles sabem que vai rachar a matriz.
Isso é um motivo muito bom para ir: Moeda Bondade.
Depósitos nas almas das pessoas de coração. Eu os amo. Eles são muito gentis e não esperar nada em troca.
Ingênua, acha? Essa é a conversa matriz.
Gentil, amoroso, dando celestes seres que se manifestam. Sim nós somos, se quisermos ser.
A moeda de bondade irá fornecer para nós - quando damos por isso.
© 2013 Soren Dreier



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