
Dra. Ghislaine Lanctôt
“A Máfia Médica” é o título do livro que custou à doutora Ghislaine
Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença
para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denuncia, publicada,
mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível
mundial, o complot formado pelo Sistema Sanitário e pela Industria
Farmacêutica.
O livro expõe, por um lado, a errónea concepção da saúde e da
enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta
máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo
dos negócios.
Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades,
explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a
investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema
Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica
enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro
é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a
nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural,
tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema.
A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud:
MEDICINA SIGNIFICA NEGOCIO
A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967,
numa época em que – como ela mesma confessa – estava convencida de que a
Medicina era extraordinária e, de que antes do final do séc. XX se
teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa primeira
ilusão foi-se apagando até extinguir-se.
- Porquê essa decepção?
Lanctot – Porque comecei a ver muitas coisas que me
fizeram reflectir. Por exemplo, que nem todas as pessoas respondiam aos
maravilhosos tratamentos da medicina oficial.
Para além disso, naquela época entrei em contacto com várias terapias
suaves – ou seja, praticantes de terapias não agressivas (em francês
Médecine Douce) – que não tiveram problema algum em me abrir as suas
consultas e em deixar-me ver o que faziam. Rapidamente concluí que as
medicinas não agressivas são mais eficazes, mais baratas e, ainda por
cima, têm menores efeitos secundários.
- E suponho que começou a perguntar-se por que é que na Faculdade
ninguém lhe havia falado dessas terapias alternativas não agressivas?
Lanctot
– Assim foi. Logo a minha mente foi mais além e
comecei a questionar-me como era possível que se chamassem charlatães a
pessoas a quem eu própria tinha visto curar e porque eram perseguidas
como se fossem bruxos ou delinquentes. Por outro lado, como médico tinha
participado em muitos congressos internacionais -em alguns como ponente
– e dei-me conta de que todas as apresentações e depoimentos que
aparecem em tais eventos estão controladas e requerem, obrigatoriamente,
ser primeiro aceites pelo comité científico organizador do congresso.
- E quem designa esse comité científico?
Lanctot – Pois geralmente quem financia o evento: a
indústria farmacêutica. Sim, hoje são as multinacionais quem decide, até
o que se ensina aos futuros médicos nas faculdades e o que se publica e
expõe nos congressos de medicina! O controlo é absoluto.
- E isso foi clarificador para si…?
Lanctot
– E muito! Dar-me conta do controlo e da
manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou
sejam os estudantes – fez-me entender claramente que a Medicina é, antes
de tudo, um negócio. A Medicina está hoje controlada pelos seguros
-públicos ou privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um
seguro perde o controlo sobre o tipo de medicina a que acede. Já não
pode escolher. E há mais, os seguros determinam inclusivamente o preço
de cada tratamento e as terapias que se vão praticar. Esse olharmos para
trás das companhias de seguros ou da segurança social… encontramos o
mesmo.
- O poder económico?
Lanctot
– Exacto, é o dinheiro quem controla totalmente
a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este
negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as
pessoas doentes…. porque as pessoas sãs, não geram ingressos. A
estratégia consiste em suma, em ter enfermos crónicos que tenham que
consumir o tipo de produtos paliativos, ou seja, para tratar só
sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir a
inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso não
é rentável, não interessa. A medicina actual está concebida para que a
gente permaneça enferma o maior tempo possível e compre fármacos; se
possível, toda a vida.
UM SISTEMA DE ENFERMIDADE
- Deduzo que essa é a razão pela qual no seu livro se refere ao sistema sanitário como “sistema de enfermidade”
Lanctot
– Efectivamente. O chamado sistema sanitário é
na realidade um sistema de enfermidade. Pratica-se uma medicina da
enfermidade e não da saúde. Uma medicina que só reconhece a existência
do corpo físico e não tem em conta nem o espírito, nem a mente, nem as
emoções. E que para além disso, trata apenas o sintoma e não a causa do
problema. Trata-se de um sistema que mantém o paciente na ignorância e
na dependência, e a quem se estimula para que consuma fármacos de todo o
tipo.
- Supõe-se que o sistema sanitário está ao serviço das pessoas!
Lanctot
– Está ao serviço de quem dele tira proveito: a
indústria farmacêutica. De uma forma oficial – puramente ilusória – o
sistema está ao serviço do paciente, mas oficiosamente, na realidade, o
sistema está às ordens da indústria que é quem move os fios e mantém o
sistema de enfermidade em seu próprio benefício. Em suma, trata-se de
uma autêntica máfia médica, de um sistema que cria enfermidades e mata
por dinheiro e por poder.
- E que papel desempenha o médico nessa máfia?
Lanctot
– O médico é – muitas vezes de uma forma
inconsciente, é verdade – a correia de transmissão da grande indústria.
Durante os 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema
encarrega-se de lhe inculcar uns determinados conhecimentos e de lhe
fechar os olhos para outras possibilidades. Posteriormente, nos
hospitais e congressos médicos, é-lhe reforçada a ideia de que a função
do médico é curar e salvar vidas, de que a enfermidade e a morte são
fracassos que deve evitar a todo o custo e de que o ensinamento recebido
é o único válido. E mais, ensina-se-lhes que o médico não deve
implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta que
exista caça às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A
medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam outras
formas de curar que não sejam servis ao sistema.
- O sistema, de facto, pretende fazer crer que a única medicina
válida é a chamada medicina científica, a que você aprendeu e que
renegou. Precisamente no mesmo número da revista em que vai aparecer a
sua entrevista, publicamos um artigo a respeito.
Lanctot
– A medicina científica está enormemente
limitada porque se baseia na física materialista de Newton: tal efeito
obedece a tal causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e
requer tal tratamento. Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece
o que se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as
emoções, o pensamento, a consciência e o estado de saúde do físico. E
quando a importunamos com algum problema desse tipo cola a etiqueta de
enfermidade psicossomática ao paciente e envia-o para casa,
receitando-lhe comprimidos para os nervos.
- É dizer, que no que lhe toca, a medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer os sintomas.
Lanctot
– Salvo no que se refere a cirurgia, os
antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de
diagnóstico, sim. Dá a impressão de curar mas não cura. Simplesmente
elimina a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou
tarde, ressurge.
- Pensa que, dão melhor resultado as chamadas medicinas suaves ou não agressivas
Lanctot
– São uma melhor opção porque tratam o paciente
de uma forma holística e ajudam-no a curar… mas tão pouco curam. Olhe,
qualquer das chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda
mas apenas isso: complementos! Porque o verdadeiro médico é o próprio.
Quando está consciente da sua soberania sobre a saúde, deixa de
necessitar de terapeutas. O enfermo é o único que pode curar-se. Nada
pode fazê-lo em seu lugar. A autocura é a única medicina que cura. A
questão é que o sistema trabalha para que esqueçamos a nossa condição de
seres soberanos e nos convertamos em seres submissos e dependentes. Nas
nossas mãos está pois, romper essa escravidão.
- E, na sua opinião, por que é que as autoridades políticas, médicas,
mediáticas e económicas o permitem? Porque os governos não acabam com
este sistema de enfermidade, que por outro lado, é caríssimo?
Lanctot
– Acerca disso, tenho três hipóteses. A
primeira é que talvez não saibam que tudo isto se passa… mas é difícil
de aceitar porque a informação está ao seu alcance há muitos anos e nos
últimos vinte anos foram já várias as publicações que denunciaram a
corrupção do sistema e a conspiração existente. A segunda hipótese é que
não podem acabar com ele… mas também resulta como difícil de acreditar
porque os governos têm poder.
- E a terceira, suponho, é que não querem acabar com o sistema.
Lanctot
– Pois o certo é que, eliminadas as outras duas
hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a
acabar com um sistema que arruína e mata os seus cidadãos é porque faz
parte dele, porque faz parte da máfia.
A MAFIA MÉDICA
- Quem, na sua opinião, integra a “máfia médica”?
Lanctot
– Em diferentes escalas e com distintas
implicações, com certeza, a industria farmacêutica, as autoridades
políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias
seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os
próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) – o Ministério da
Saúde da ONU- e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro.
- Entendemos que para si, a Organização Mundial da Saúde é “a máfia das máfias”?
Lanctot
– Assim é. Essa organização está completamente
controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome
da saúde, a “política de enfermidade” em todos os países. Todo o mundo
tem que obedecer cegamente às directrizes da OMS. Não há escapatória. De
facto, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao
seu controle.
- Em que consiste essa declaração?
Lanctot
– Trata-se de uma declaração que dá à OMS os
meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática
médica. Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de
saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo
“ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa
“direito à medicação”. Foi assim que, impuseram as vacinas e os
medicamentos, a toda a população do globo.
- Uma acção que não se questiona
Lanctot
– Claro, porque, “quem vai ousar duvidar das
boas intenções da Organização Mundial de Saúde?” Com certeza, há que
perguntar quem controla, por sua vez essa organização através da ONU? O
poder económico!
- Crê que, nem sequer as organizações humanitárias escapam a esse controlo?
Lanctot
– Com certeza que não. As organizações
humanitárias também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das
subvenções. E portanto, as suas actividades estão igualmente
controladas. Organizações como Médicos Sem Fronteiras acreditam que
servem altruisticamente as pessoas, mas na realidade servem ao dinheiro.
- Uma máfia sumamente poderosa!
Lanctot
– Omnipotente, diria eu. Eliminou toda a
competência. Hoje em dia, “orientam-se “ os investigadores. Os
dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos
médicos “alternativos” intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença,
ou encarceram-nos, também. Os produtos alternativos rentáveis caíram
igualmente nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às
patentes da Organização Mundial do Comércio. As autoridades e os seus
meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem, entre a população, o
medo da enfermidade, da velhice e da morte. De facto, a obsessão por
viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar
inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões
humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade
“fabricam-se” uma multitude de embriões, que logo se armazenam para
serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc.
Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os
genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E mais, as crianças
recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E
assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; a
mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o
resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as
pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.
AS AUTORIDADES MENTEM
-O que explica do sistema sanitário imperante é uma realidade que cada
vez mais gente começa a conhecer, mas surpreenderam-nos alguns das suas
afirmações a respeito do que define como ´”as três grandes mentiras das
autoridades políticas e sanitárias”.
Lanctot
– Pois reitero-o: as autoridades mentem quando
dizem que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a sida é
contagiosa e mentem quando dizem que o câncer é um mistério.
- Bem, falaremos disso ainda que, já lhe adianto, na revista não
compartilhamos alguns dos seus pontos de vista. Se lhe parece bem,
podemos começar por falar das vacinas. Na nossa opinião, a sua afirmação
de que nenhuma vacina é útil, não se sustém. Uma coisa com que
concordamos, é que algumas são ineficazes e outras inúteis; às vezes,
até perigosas
Lanctot
– Pois eu mantenho todas as minhas afirmações. A
única imunidade autêntica é a natural e essa desenvolve-a 90% da
população, antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais
curto-circuitam por completo o desenvolvimento das primeiras defesas do
organismo. E que as vacinas têm riscos, é algo muito evidente; apesar de
se ocultar.
Por exemplo, uma vacina pode provocar a mesma enfermidade para que se
destina. Porque não se adverte? Também se oculta que a pessoa vacinada
pode transmitir a enfermidade ainda que não esteja enferma. Assim mesmo,
não se diz que a vacina pode sensibilizar a pessoa perante a
enfermidade. Ainda que o mais grave seja que se oculte a inutilidade,
constatada, de certas vacinas.
- A quais se refere?
Lanctot
– Às das enfermidades como a tuberculose e o
tétano, vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola, de que
90% das mulheres estão protegidas de modo natural; a difteria, que
durante as maiores epidemias só alcançava a 7% das crianças apesar
disso, hoje, vacina todos; a gripe, a hepatite B, cujos vírus se fazem
rapidamente resistentes aos anti-corpos das vacinas.
- E até que ponto podem ser também perigosas?
Lanctot
– As inumeráveis complicações que causam as
vacinas – desde transtornos menores até à morte – estão suficientemente
documentadas; por exemplo, a morte súbita do lactante. Por isso há já
numerosos protestos de especialistas na matéria e são inúmeras as
demandas judiciais que foram interpostas contra os fabricantes. Por
outra parte, quando se examinam as consequências dos programas de
vacinações massivas extraem-se conclusões esclarecedoras.
- Agradeceria que mencionasse algumas
Lanctot
– Olhe, em primeiro lugar as vacinas são caras e
constituem para o Estado um gasto de mil milhões de euros ao ano.
Portanto, o único benefício evidente e seguro das vacinas… é o que obtém
a industria. Além disso, a vacinação estimula o sistema imunitário, mas
repetida a vacinação o sistema esgota-se. Portanto, a vacina repetida
pode fazer, por exemplo, estalar a “sida silenciosa” e garantir um
“mercado da enfermidade”, perpetuamente florescente. Mais dados: a
vacinação incita à dependência médica e reforça a crença de que o nosso
sistema imune é ineficaz. Ainda o mais horrível é que a vacinação
facilita os genocídios selectivos pois permite liquidar pessoas de certa
raça, de certo grupo, de certa região… Serve como experimentação para
testar novos produtos sobre um amplo mostruário da população e uma arma
biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica porque permite
interferir no património genético hereditário de quem se queira.
- Bom, é evidente que há muitas coisas das quais se pode fazer um bom
ou mau uso mas isso depende da vontade e intenção de quem as utiliza.
Bem, falemos se lhe parece, da segunda grande mentira das autoridades:
você afirma que a Sida não é contagiosa. Perdoe-me, mas assim como o
resto das suas afirmações nos pareceram pensadas e razoáveis, neste
âmbito não temos visto que argumente essa afirmação.
Lanctot
– Eu afirmo que a teoria de que o único
causador da sida é o VIH o Vírus da Imunodeficiência Adquirida é falsa.
Essa é a grande mentira. A verdade é que ter o VIH não implica
necessariamente desenvolver sida. Porque a sida não é senão uma etiqueta
que se “coloca” num estado de saúde a que dão lugar numerosas
patologias quando o sistema imunitário está em baixo. E nego que ter
sida equivalha a morte segura. Mas, claro, essa verdade não interessa.
As autoridades impõem-nos à força a ideia de que a Sida é una
enfermidade causada por um só vírus apesar de o próprio Luc Montagnier,
do Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do VIH enm1983, ter
reconhecido já em 1990, que o VIH não é suficiente por si só para causar
a sida. Outra evidência é o facto de que há numerosos casos de sida,
sem vírus VIH e numerosos casos de vírus VIH, sem sida (seropositivos).
Por outro lado, ainda não se conseguiu demonstrar que o vírus VIH cause a
sida, e a demonstração é uma regra científica elementar para
estabelecer uma relação causa-efeito, entre dois factores. O que se
sabe, sem dúvida, é que o VIH é um retrovirus inofensivo que só se
activa quando o sistema imunitário está debilitado.
- Você afirma no seu livro que o VIH foi criado artificialmente num laboratório
Lanctot
– Sim. Investigações de eminentes médicos
indicam que o VIH foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação
contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o
continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de
vacinação contra a varíola. Claro que outros investigadores vão mais
longe ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma
biológica e depois deliberadamente propagado mediante a vacinação de
grupos de população que se queriam exterminar.
- Também observamos que ataca duramente a utilização do AZT para tratar a sida
Lanctot
– Já no Congresso sobre SIDA celebrado em
Copenhague em Maio de 1992 os superviventes da sida afirmaram que a
solução então proposta pela medicina científica para combater o VIH, o
AZT, era absolutamente ineficaz. Hoje isso está fora de qualquer dúvida.
Pois bem, eu afirmo que se pode sobreviver à sida… mas não ao AZT. Este
medicamento é mais mortal que a sida. O simples senso comum permite
entender que não é com fármacos imuno-depressores que se reforça o
sistema imunitário. Olhe, a sida converteu-se noutro grande negócio. Por
isso, promociona-se amplamente combatê-lo, porque ele dá muito dinheiro
à industria farmacêutica. É tão simples quanto isto.
- Falemos da “terceira grande mentira” das autoridades: a de que o câncer é um mistério
Lanctot
– O chamado câncer, ou seja, a massiva
proliferação anómala de células, é algo tão habitual que todos o
padecemos varias vezes ao longo da nossa vida. Só que quando isso
sucede, o sistema imunitário actua e destrói as células cancerígenas. O
problema surge quando o nosso sistema imunitário está débil e não pode
eliminá-las. Então o conjunto de células cancerosas acaba crescendo e
formando um tumor.
- E é nesse momento quando se entra na engrenagem do “sistema de enfermidade”
Lanctot
– Assim é. Porque quando se descobre um tumor
se oferece de imediato ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, que
escolha entre estas três possibilidades ou “formas de tortura”:
amputá-lo (cirurgia), queimá-lo (radioterapia) ou envenena-lo
(quimioterapia). Escondendo-se-lhe, que existem remédios alternativos
eficazes, inócuos e baratos. E depois de quatro décadas de “luta
intensiva”contra o câncer, qual é a situação nos próprios países
industrializados? Que a taxa de mortalidade, por câncer, aumentou. Esse
simples facto põe em evidência o fracasso da sua prevenção e do seu
tratamento. Desperdiçaram-se milhares de milhões de euros e tanto o
número de doentes, como o de mortos, contínua crescendo. Hoje sabemos a
quem beneficia esta situação. Como sabemos quem a criou e quem a sustem.
No caso da guerra, todos sabemos que esta beneficia sobretudo aos
fabricantes e traficantes de armas. Bom, pois em medicina quem se
beneficia são os fabricantes e traficantes do “armamento contra o
câncer” ou seja, quem está detrás da quimioterapia, da radioterapia, da
cirurgia e de toda a industria hospitalar.
A MAFIA, UMA NECESSIDADE EVOLUTIVA
– No entanto, apesar de tudo, mantém que a máfia médica é uma
necessidade evolutiva da humanidade. Que quer dizer com essa afirmação?
Lanctot
– Verá, pense num peixe comodamente instalado
no seu aquário. Enquanto tem agua e comida, tudo está bem mas se lhe
começa a faltar o alimento e o nível da agua desce perigosamente o peixe
decidirá saltar para fora do aquário buscando uma forma de se salvar.
Bom, pois eu entendo que a máfia médica nos pode empurrar a dar esse
salto individualmente. Isso, se houver muita gente que prefira morrer a
saltar.
- Mas para dar esse salto é preciso um nível de consciência determinado
Lanctot
– Sim. E eu creio que se está elevando muito e
muito rapidamente. A informação que antes se ocultava agora é pública:
que a medicina mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam, etc.
Ademais, o médico alemão Ryke Geerd Hamer demonstrou que todas as
enfermidades são psicossomáticas e as medicinas não agressivas ganham
popularidade. A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de naipes
quando 5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa
percentagem da população mundial seja consciente e conectado com a sua
própria divindade. Então decidirá escapar à escravatura a que tem sido
submetida pela máfia e o sistema actual derrubará. Tão simples como
isto.
- E em que ponto crê que estamos?
Lanctot
– Não sei quantificá-lo, mas penso que
provavelmente em menos de 5 anos todo o mundo se dará conta de que
quando vai ao médico vai a um especialista da enfermidade e não a um
especialista da saúde. Deixar de lado a chamada “medicina científica” e a
segurança que oferece, para ir a um terapeuta é já um passo importante.
Também o é perder o respeito e a obediência cega ao médico. O grande
passo é dizer não à autoridade exterior e dizer sim à nossa autoridade
interior.
- E o que é que nos impede de romper com a autoridade exterior?
Lanctot
– O medo. Temos medo de não chamar o médico.
Mas é o medo, por si próprio, quem nos pode enfermar e matar. Nós
morremos de medo. Esquecermo-nos que a natureza humana é divina, o que
quer dizer, concebida para nos comportarmos como deuses. E desde quando
os deuses têm medo? Cada vez que nos comportamos de maneira diferente da
de um deus pomo-nos enfermos. Essa é a realidade.
- E o que podem fazer os meios de comunicação para contribuir para a elevação da consciência nesta matéria?
Lanctot – Informar sem tentar convencer. Dizer o que
sabeis e deixar às pessoas fazer o que queiram com a informação. Porque
intentar convencê-las será impor outra verdade e de novo estaríamos
noutra guerra. Necessita-se apenas dar referencia. Basta dizer as
coisas. Logo, as pessoas as escutarão, se ressoarem nelas. E, se o seu
medo for maior do que o seu amor por si mesmos, dirão: “Isso é
impossível”. Se pelo contrário têm aberto o coração, escutarão e
questionarão as suas convicções. É então, nesse momento, quando quiserem
saber mais, que se lhes poderá dar mais informação.
Laura Jimeno Muñoz
Publicado en: : http://crimentales.blogspot.com/search/label/Salud
Tradução encontrada em:
http://jodoas.wordpress.com/2010/01/19/a-mafia-medica-e-o-titulo-do-livro-que-custou-a-doutora-ghislaine-lanctot-a-sua-expulsao-do-colegio-de-medicos-e-a-retirada-da-sua-licenca-para-exercer-medicina/
Fonte: [ Blog CONGEMINAÇÕES ]
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