segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Os judeus e a lavagem do dinheiro das drogas


Cada vez mais o judaísmo deixa de ser uma questão religiosa para se revelar um agente de sabotagem e corrupção da nossa sociedade.

Alfredo Braga
Os judeus e a lavagem do dinheiro das drogas
Ben Kaspit
de Nova York
para o diário Maariv
2 de setembro de 1994
A reportagem de Ben Kaspit remonta à última década do século XX, mas a lavagem do dinheiro sujo continua até hoje, agora com outros rabinos da "Kosher Nostra".
O Rabino Yosef Crozer caiu por causa da sua boca grande. "Eu lavo dinheiro, um monte de dinheiro" – disse uma vez a um conhecido – "todos os dias eu pego trezentos mil da Rua 47 em Manhattan, trago-os para a sinagoga, dou um recibo e então pego a comissão."
O homem que ouviu essa história de Crozer era, para sua infelicidade, um agente secreto da agência norte americana para combate ao tráfico de drogas, DEA. Um mês depois, em fevereiro de 1990, Crozer foi preso por agentes na Rua 47 enquanto ia em direção ao Brooklyn. Encontraram com ele livros de preces, cinco passaportes, e duzentos e oitenta mil dólares em dinheiro vivo dentro do porta-malas do seu carro.
Ele fazia aquele percurso todos os dias. Chegava ao escritório de comércio de ouro na Rua 47 à tarde, e saia logo depois carregando malas e sacolas cheias de dinheiro. De lá, ia até à sinagoga Hessed Ve'Tzadaka (Mercê e Caridade) no Brooklyn, onde funcionava um centro para a lavagem de milhões de dólares da renda obtida no tráfico e na venda de drogas na área de Nova York.(1)
Essa era a maneira como o Yosef Crozer ganhava a vida. Assumindo que a comissão para "esquentar" dinheiro variava naquela área de dois a seis por cento, podemos presumir que o Rabino Crozer não tenha passado fome. Os investigadores que o interrogaram enfrentaram uma tarefa simples: um judeu respeitável e religioso que imaginou que nunca seria apanhado, filho de outro rabino altamente respeitado que liderou uma grande yeshiva (escola de judaísmo) na cidade de New Square, Crozer não opôs resistência e cooperou. Mas então seu advogado, Stanley Lupkin, argumentou que seu cliente, um judeu devoto, não tinha a mínima idéia de que estava lavando dinheiro do tráfico de entorpecentes. Crozer, de acordo com seu advogado, acreditava que estava lavando dinheiro para um comerciante judeu de diamantes "que negociava com dinheiro mas não para traficantes de drogas", e que só estava usando aquela oportunidade para fazer algum dinheiro para a sua sinagoga.
Parece que esse argumento teve algum efeito, pois Crozer foi sentenciado a apenas um ano e um dia de prisão. Em troca dessa sentença suave, ele forneceu aos investigadores informações valiosas que ajudaram a capturar uma pessoa que eles estavam procurando há muito tempo: Avraham Sharir (?) outro judeu religioso e proprietário de um escritório de comércio de ouro na Rua 47 que era realmente um dos maiores tubarões da lavagem do dinheiro do tráfico em Nova York. Sharir, um israelita a quem iremos nos referir mais tarde, confessou subseqüentemente ter "esquentado" duzentos milhões de dólares para o cartel colombiano de Cali.
O comércio de drogas é considerado um dos ramos mais lucrativos no submundo do crime. A margem de lucro varia de duzentos por cento em cocaína, a mil e duzentos por cento em heroína. As quantidades de dinheiro circulando nesse ramo são maiores do que os orçamentos de alguns países, e o problema principal dos barões colombianos das drogas que controlam uma parte significativa desse comércio no mundo inteiro, é como se livrar do dinheiro. É um problema de ricos, mas bem incômodo.
Dois dos principais cartéis colombianos das drogas operam nos Estados Unidos: o Cartel de Cali e o Cartel de Medellim. A morte do cabeça do Cartel de Medellim, Pablo Escobar, por autoridades colombianas em dezembro de 1993, enfraqueceu extremamente esse cartel que havia controlado o tráfico na área de Nova York. O pessoal de Cali, por outro lado, mantém incólume o monopólio sobre os mercados da área de Los Angeles e de Miami. Atualmente, o pessoal de Cali distribui cerca de oitenta por cento da cocaína no mundo, e um terço da heroína.
O Cartel de Cali arrecada vinte e cinco bilhões de dólares a cada ano somente dentro dos Estados Unidos, e esse dinheiro deve, de algum modo, ser enviado para fora dos Estados Unidos sem despertar a atenção. Além disso, deve ser dado um selo de aprovação a esse dinheiro para, de uma maneira ou de outra, se tornar legítimo.
Em torno desse complexo problema, surgiu outro mega-negócio: a lavagem e o contrabando do dinheiro do tráfico. Os investigadores norte americanos encontraram milhões de dólares em recipientes que supostamente deveriam conter ervilhas secas, em tanques de gás com paredes duplas e em containers de navios mercantes. Em 1990 eles encontraram catorze milhões de dólares em dinheiro vivo dentro de um carregamento de cabos que, supunha-se, seria enviado de um armazém de ferragens de Long Island para a Colômbia. De acordo com os registros encontrados no local, aquele era o carregamento de Nº. 234 (multiplicando duzentos e trinta e quatro, por catorze milhões, pode-se chegar a uma idéia aproximada do montante do negócio). No mesmo ano, no Aeroporto Kennedy, em um armazém, foram encontrados vinte e seis containers que, supunha-se, deviam conter sêmen de touro, mas havia seis milhões e quinhentos mil dólares em seu lugar. Em maio deste ano os investigadores americanos invadiram uma fábrica de bolas de boliche em Long Island. Eles cortaram-nas ao meio e encontraram dentro delas duzentos e dez mil dólares, em notas usadas de cem dólares.
Apesar de sua ativa imaginação, os barões da droga encontram dificuldades para manter isto funcionando. Vinte e cinco bilhões de dólares é muito dinheiro e deve ocupar muito espaço, desde que quase todo o dinheiro recolhido pelo tráfico de drogas vem em notas de dez e de vinte dólares. E é aí que o encontro entre os cartéis das drogas e a Rua 47 em Manhattan acontece. Esta rua é o centro mundial do comércio de diamantes, ouro, jóias e pedras preciosas. Centenas de negócios estão concentrados lá, entre a Quinta e a Sexta Avenida, lojas, comércio, salões de exposições. Nas salas dos fundos e nos andares de cima, longe do acesso do público, a ação acontece. Aquele é o lugar onde os principais comerciantes se encontram, é o lugar onde os negócios são feitos. Os diamantes, o ouro e as jóias passam de mão em mão, com um cumprimento. Essa frenética atividade oferece um disfarce ideal para transferências ilegais de dinheiro. "De fato, na Rua 47, até mesmo negócios legítimos têm uma aura de obscuridade e mistério", disse um oficial investigador de comércio. "Mercadorias chegam constantemente; caixas, malas e pacotes são abertos constantemente; tudo chega em carros blindados, sob pesada segurança e envolvidos em segredo. Agora, tente achar o dinheiro sujo..."
"A conexão entre os barões da droga e a Rua 47", disse um investigador americano, "é ideal." A indústria do ouro e dos diamantes faz circular grandes quantidades de dinheiro. Os comerciantes de diamante estão acostumados a transportar grandes quantidades de dinheiro vivo, de um estado a outro, eficientemente e sem deixar traços. Grandes quantidades de dinheiro passam de mão em mão na Rua 47, sem despertar suspeitas. Um comerciante de diamantes pode "esquentar" cinco milhões de dólares por dia sem chamar a atenção. É difícil monitorar os negócios, localizar as fontes do dinheiro, e é muito difícil se infiltrar naquele campo fechado que é baseado em conhecimentos pessoais e de confiança de famílias.
Somando-se a isso, há o fato de que no curso dos últimos cinco anos, a indústria do diamante na Rua 47 tem sofrido um forte declínio, o que levou muitos comerciantes à falência. "Um comerciante como esse", disse um investigador, "enfrenta a escolha da falência, ou fazer dinheiro fácil, rapidamente e relativamente seguro. Nem todos são fortes o bastante para resistir à tentação." (2)
Tudo aquilo não seria do nosso interesse se não fosse pela presença maciça judaica, na Rua 47. E estima-se a presença de judeus vindos de Israel nesse mercado em torno de cinqüenta a sessenta por cento. Um comerciante israelita de diamantes, que deseja permanecer anônimo, disse: "Não são poucos também os israelitas que operam no campo das jóias, de pedras preciosas e do ouro. Todos vieram a Nova York para fazer dinheiro rápido, conquistar o mercado, e obter a sua fortuna. Nem todos tiveram sucesso, especialmente nos últimos tempos." Mas a presença judaica na Rua 47 é muito maior do que isso. Os peritos estimam que mais do que noventa por cento dos comerciantes em atividade por ali são judeus. A maioria é de judeus ortodoxos, principalmente chassídicos. Há também um número significativo de judeus do Irã e da Síria, geralmente também muito religiosos. Qualquer um que fale hebraico pode passar muito bem na Rua 47. Há muito mais restaurantes kosher naquela área do que em Tel-Aviv inteira. O lugar é também a maior lavanderia de dinheiro nos Estados Unidos.
A expansão do fenômeno da lavagem de dinheiro do tráfico nos Estados Unidos em geral, e em particular na Rua 47, levou ao estabelecimento de uma força-tarefa especial americana, para combater o fenômeno. A unidade é chamadaEldorado devido a mítica cidade sul-americana do ouro. Composta por duzentos agentes oficiais de comércio dos Estados Unidos e agências da renda interna, a Eldorado, estabelecida em abril de 1990, investiga a lavagem de dinheiro em geral. Cinqüenta de seus agentes dedicam o seu tempo exclusivamente à Rua 47. "Este é um trabalho que exige um enorme esforço humano," disse Robert Van Attan, um oficial da Eldorado, "porque o dinheiro tem que ser monitorado por todo continente, e às vezes também no exterior." O alvo dos agentes da Eldorado é o dinheiro, e somente o dinheiro. Eles não estão interessados na importação de drogas, em negócios de drogas, ou em traficantes de drogas: "Nós queremos apanhar esse dinheiro para atingir os seus bolsos", dizem os membros da unidade.
A tarefa é difícil. Nos Estados Unidos não há nenhuma lei que proíba possuir dinheiro. Por outro lado, quando uma grande quantidade de dinheiro é encontrada na posse de um "lavador", os agentes confiscam o dinheiro. Se a pessoa puder provar que a fonte do dinheiro era legítima, o dinheiro lhe é devolvido. Mas isso isso não acontece assim. Os "lavadores" são experientes. Quando um deles é apanhado e muitos milhões de dólares são encontrados em suas mãos, ele se dispõe prontamente a entregar o dinheiro, mas pede por um recibo. "O dinheiro não é meu, eu quero confirmar que você o pegou." Esse é o primeiro e o mais comum pedido que fazem, pois as suas vidas dependem desse recibo. Não é uma tarefa fácil prendê-los. Os olhos de um "lavador" típico estão sempre atentos ao espelho retrovisor. Ele faz paradas repentinas, move-se de uma pista para outra e escolhe longas e tortuosas rotas, mas a Eldorado tem a resposta. Os investigadores seguem seus alvos com oito, dez, às vezes doze veículos. Se necessário usam um ou dois helicópteros. Há também equipamento sofisticado, as maravilhas da tecnologia americana nos campos da gravação, rastreamento, da quebra de códigos e senhas. Nos primeiros dois anos de operação, a Eldorado confiscou sessenta milhões de dólares e prendeu cento e vinte "lavadores". Comparado a toda a extensão do dinheiro que é "esquentado" isso são migalhas. "Mas esse não é o ponto", dizem os agentes da Eldorado, "obviamente, é impossível, com as limitações legais existentes, pôr um fim ao fenômeno. Nossa guerra é psicológica". Além disso, a Eldorado não é a única agência combatendo a lavagem de dinheiro. A DEA, a American Drug Enforcement Agency (Agência Americana de combate às drogas) e o FBI, conduzem também atividades movimentadas nesse campo. Nem sempre estas atividades são coordenadas.
Recentemente os agentes da Eldorado descobriram um novo centro de operações. Ele foi denominado o Triângulo da Cocaína. Os lados desse triângulo são: os barões colombianos da droga, os "lavadores" de dinheiro judeus-israelitas e os mafiosos judeus-russos. Os colombianos recolhem o dinheiro, os israelitas lavam-no, os mafiosos judeus-russos (que vêm recentemente infestando Nova York em verdadeiros enxames) fornecem a segurança e os músculos de proteção.
Um jornalista de Nova York disse recentemente: "Os judeus israelitas estão ganhando notoriedade no mercado de lavagem de dinheiro. Você somente precisa olhar a lista das prisões e dos indiciamentos dos últimos três anos, a fim de perceber a enorme extensão da participação israelita nesse campo".
Uma razão para o poder crescente dos judeus no negócio de lavagem de dinheiro é a "Lei do Retorno" e a decorrente facilitação das fugas para Israel.
Em maio de 1993, cinco membros da lavagem de dinheiro judaica internacional, que tinham trabalhado com o Cartel de Cali, foram presos, e o círculo mafioso foi exposto no decorrer de uma operação de surpresa em uma empresa fictícia chamada Prisma, na qual esse círculo mafioso estabeleceu a estrutura para a lavagem de dinheiro. No curso de menos de um ano, vinte e dois milhões e quinhentos mil dólares foram "esquentados" através dessa companhia de fachada. O chefe do grupo era um israelita chamado Zion Ya'akov Evenheim, conhecido como Zero, ou Zeta Evenheim, que tinha dupla cidadania, tanto a israelita quanto a colombiana, e que permanecia em Cali, de onde coordenava a atividade e supervisionava as transferências do dinheiro.
A maioria dos membros desse círculo foi presa em maio de 1993. Evenheim foi preso pela interpol na Suíça e extraditado para os Estados Unidos. Ele está cooperando com o FBI. Outros israelitas detidos; Raymond Shoshana, 38, Daniella Levi, 30, Binyamin Hazon, Meir Ochayon, 33, Alex Ajami, 34. Muitos outros suspeitos, aos quais nós mais tarde retornaremos, escaparam para Israel, e há dificuldades em extraditá-los para os Estados Unidos.
No curso da investigação, os agentes do FBI gravaram centenas de horas de conversações em hebraico entre os suspeitos israelitas. Com a finalidade de traduzir o material empregaram, entre outros, Neil Elefant, um judeu de Nova Jersey, que viveu em Israel e que fala hebraico fluentemente.
Elefant traduziu e traduziu, até que um dia, em maio de 1992 se espantou ao descobrir entre os falantes nas gravações um amigo seu, Jack Zbeida, negociante judeu de antiguidades no Brooklyn. Ele ficou num difícil dilema, e foi ouvir a opinião do seu rabino, Elazar Teitz, que lhe disse que o seu dever religioso era avisar Zbeida. Elefant então secretamente encontrou-se com Zbeida e alertou-o que estava sendo investigado pelo FBI. Alex Ajami, judeu israelita que era um dos chefes da quadrilha, também estava presente nesse encontro.
Zbeida e Ajami apressaram-se em oferecer cooperação ao FBI, e se voltaram contra Elefant, denunciando-o, o qual foi preso e acusado de interferir com os procedimentos legais. Ele argumentou que uma das razões para a sua decisão em advertir Zbeida foi "a insistência, muito próxima de anti-semitismo que sentiu entre os agentes do FBI ao tentarem envolver o Estado de Israel em casos de drogas..."
O juiz Kevin Duffy sentenciou Elefant a dezoito meses de prisão. Entretanto o FBI precisou prender rapidamente os envolvidos no caso, e por causa dessa precipitação muitos conseguiram fugir para Israel. Alguns poucos das dezenas de judeus americanos e israelitas que fugiram nessa ocasião para Israel, são Raymond Shoshana, Adi Tal, David Va'anunu, seu sobrinho Yishai Vanunu, Ya'akov Cohen. Quase todos saíram do caso com montes de dinheiro que levaram para Israel. Os americanos sabem que as possibilidades de que algum deles possa ser extraditado para os Estados Unidos são praticamente zero.
A história de Adi Tal é digna de nota. É um jovem que impressiona, de boa aparência, com uma boa ficha no exército israelita, anteriormente guarda de segurança na El-Al, e filho de uma família judia fina. Tudo isso não impediu Tal de se envolver com a lavagem de dinheiro do tráfico já em 1988.
Em março de 1988, as autoridades americanas prenderam onze membros do círculo de lavagem de dinheiro, incluindo Tal e seu melhor amigo, também israelita, Nir Goldstein. Os investigadores disseram então que Tal e seus amigos tinham operado cautelosamente, usado pseudônimos e códigos secretos, e vivido em constante cuidado e apreensão. Eles iam receber grande quantidade de dinheiro de entregadores colombianos, dividir o dinheiro em pacotes com menos de dez mil dólares (qualquer quantidade superior a dez mil dólares que for depositada em bancos norte-americanos tem de ser relatada), depositar as partes em vários bancos e convertê-las em travellers checks que deviam ser enviados, por meio de entregadores internacionais, a uma empresa no Panamá. O código que o grupo de Tal preferia usar foi inspirado na indústria de diamantes: Quando a informação era sobre a transferência de um "diamante de 30,4 carats", isso significava uma quantia de trinta mil e quatrocentos dólares. Tal trabalhava para o "lavador" de dinheiro do Cartel de Cali, José Satro. Os colombianos exerciam constante pressão sobre ele para aumentar o volume da lavagem de dinheiro. Adi Tal estava temeroso. "Ele vivia em medo constante, suas malas estavam sempre prontas e estava preparado para fugir a qualquer momento para Israel", disse um investigador.
Outro membro importante do círculo de lavagem de dinheiro de Tal era o Rabino Shalom Leviatan, um chassídico lubavitch, o cabeça da filial em Seattle. Supõe-se que todo o considerável poder político destes chassídicos e de seu rabino (ainda vivo na ocasião) era exercido em favor dessa gangue de lavagem de dinheiro. "Minhas intenções eram boas", disse Leviatan depois que foi capturado, "Uma pessoa aprende com a experiência", completou.
De acordo com o seu depoimento, ele não sabia que "esquentava" o dinheiro do tráfico, pois acreditava estar ajudando os judeus iranianos a contrabandear o seu dinheiro para fora do Irã.
Leviatan saiu facilmente dessa encrenca e foi sentenciado a uma pena de serviços à comunidade por trinta dias. Tal, que confessou ter "lavado" dez milhões de dólares, foi sentenciado a cinqüenta meses de prisão. Ele cumpriu a sua sentença na cadeia de Danbury, em Connecticut, mas não aprendeu a lição. Quando foi libertado, juntou-se a uma quadrilha que logo foi capturada na operação "sting" do FBI. Dessa vez ele conseguiu fugir para Israel, onde aparentemente está até hoje.
A indústria do ouro e dos diamantes tem se tornado a favorita dos Barões do Tráfico, devido às numerosas possibilidades para a lavagem do dinheiro. Um dos métodos mais populares é a lavagem por meio de negociações com ouro. É assim que funciona: O tráfico é convertido em ouro, que é contrabandeado para a Colômbia, de onde é exportado para Milão e usado para fazer jóias, que retornam legitimamente à Rua 47. "A coisa mais engraçada neste negócio", dizem os investigadores, "é que as jóias chegam aqui sob condições favorecidas de importação com os Estados Unidos, porque o ouro parece originar-se da Colômbia, e este país tem condições favorecidas de comércio com os Estados Unidos". Há também outros métodos. O dinheiro da droga é depositado nas contas de comerciantes de diamantes como se fossem seus lucros e é transferido mais tarde para a Colômbia. Sofisticadas negociações de diamantes são feitas entre as várias partes com o objetivo de "liberar" grandes quantidades de dinheiro por fora. As somas de menos de dez mil dólares são depositadas em várias contas bancárias, convertidas em travellers checks e transportadas então a seu destino final.
Mas, indubitavelmente, uma das maneiras preferidas e mais bem sucedidas de "esquentar" o dinheiro, é através das instituições religiosas judaicas, tais como as yeshivas e as sinagogas.Como a maioria dos comerciantes de ouro e de diamantes da Rua 47 é de judeus religiosos, o processo decorre mais facilmente. Eles repassam o dinheiro do tráfico, como doações para as instituições religiosas judaicas, por uma porta, e saem pela outra porta, já como dinheiro "esquentado". Nesse processo a sinagoga, ou a yeshiva, obtêm uma porcentagem respeitável para seus usos religiosos. Todos ficam felizes: os barões das drogas, que lavam o seu dinheiro rapidamente e eficientemente, e as sinagogas e seus rabinos.
A primeira operação de lavagem de dinheiro, na qual um instituto judaico em Nova York estava envolvido, já tinha sido descoberta em 1984. Um círculo que lavava aproximadamente vinte e três milhões de dólares operava na yeshiva mais antiga da cidade, o Tifereth Yerushalayim, situada em Manhattan.
A lavagem era executada para o Cartel de Cali. O homem de contato era David Va'anunu, mencionado no contexto do caso da Prisma, que trabalhou com o "lavador" principal do cartel, Jose Sairo. O representante da yeshiva era umchassídico muito religioso, Mendel Goldenberger, que diariamente recebia o dinheiro de Va'anunu e o depositava nas contas da yeshiva.
Goldenberger, que também afirmava desconhecer a fonte do dinheiro, foi condenado por forjar documentos bancários e lhe foi dada uma sentença de cinco anos. Vanunu foi condenado, sentenciado a oito anos de prisão mas liberado logo depois que se tornou informante da DEA. Mais tarde, como foi dito, ele novamente se envolveu em encrencas, mas conseguiu fugir.
Nove pessoas foram condenadas nesse caso, incluindo o Rabino Israel Eidelman, vice-presidente da yeshiva e alguns de seus dignitários.
"A lavagem de dinheiro é extremamente benéfica para as yeshivas e as outras instituições religiosas judaicas", disse uma fonte próxima dos investigadores."Não perguntamos qual é a fonte do dinheiro, desde que ele continue vindo." A atitude da comunidade judaica religiosa, de acordo com a mesma fonte, é a de que"... as drogas são vendidas de qualquer forma. Enquanto não prejudicar a nossa comunidade, e somente fizer bem para ela, não importa se nós nos beneficiamos do tráfico e do comércio de drogas."
O papel do Estado de Israel é fazer a conexão entre as comunidades judaicas religiosas de Nova York e os colombianos. Os colombianos estão mais satisfeitos com este método de lavagem do que qualquer outro porque, por razões políticas, esta é a maneira relativamente mais segura, e que se supunha que não fosse investigada com demasiado rigor pelas autoridades norte americanas. Somente em julho de 1990 a situação começou a mudar, e as autoridades federais reiniciaram a investigação sobre alguns judeus chassídicos de Williamsburg, proprietários de joalherias na Rua 47 que se tornaram suspeitos de lavagem de dinheiro.
A investigação concentrou-se nos irmãos Naftali, Miklosh e Yitzhak Shlesinger, e em Ya'akov Shlesinger (filho de Naftali) e em Milon Jakoby seu sobrinho. Os investigadores encontraram evidências de conexões entre os Shlesingers e os irmãos Andonian, membros de uma família colombiana acusada de "lavar" quase um bilhão de dólares. Os Shlesingers foram incriminados pela lavagem de dinheiro por meio de uma subsidiária chamada Bali, através de cheques assinados da conta do Acampamento Yereim (acampamento de verão de judeuschassídicos em Catskills). O Acampamento Yereim nega qualquer ligação com aqueles cheques.
No dia sete de abril deste ano, o Rabino Abraham Lau, um chassídicoproeminente da sinagoga Magen Abraham, em Los Angeles, foi condenado por conspiração e lavagem de dinheiro do tráfico.
O Rabino Lau é casado com a sobrinha do satmar rebbe, Moshe Teitelbaum (o mais velho na foto) que exerce enorme influência política no estado de Nova York. A um agente disfarçado do FBI, ele falou sobre "uma rede sagrada de satmar chassídicos, em que outros judeus ortodoxos também participam." A "rede sagrada", cuja admissão na sociedade é limitada estritamente a judeus religiosos, operava na área da Rua 47, em Nova York, e podia "lavar" até cinco milhões de dólares por semana, graças aos seus amplos contatos com as instituições de caridade judaicas. Infelizmente para essas pessoas, os agentes da Lei em Nova York não acreditam que a "rede sagrada" e os demais círculos judaicos de lavagem de dinheiro tenham qualquer santidade. No ano passado a atividade federal a respeito de israelitas e judeus na Rua 47 aumentou bastante. Os investigadores agora empregam os serviços de muitos tradutores de hebraico porque os círculos de lavagem, mesmo quando compostos por judeus americanos nativos, empregam somente "a língua sagrada" (isto é, o hebraico) para as suas operações.
Avraham Sharir é, sem dúvida, o maior "lavador" israelita de dinheiro do tráfico. Ele nasceu no Iraque há cerca de quarenta e cinco anos; foi para Israel com a sua família com um ano de idade, estudou em escolas israelitas, serviu com distinção no exército e tornou-se perito em consertar instrumentos mecânicos delicados usados para soldar jóias de ouro. Em 1979, Sharir veio para Nova York com visto de turista e com seis mil dólares no bolso. Entrou no negócio do ouro, estabeleceu uma pequena fábrica para manufatura de jóias e estava indo bem... até que, através de outro comerciante judeu de diamantes, descobriu o negócio da lavagem de dinheiro do tráfico.
Sharir "esquentava" aproximadamente cento e sessenta mil dólares por dia, seis dia por semana (a lavagem de dinheiro não é feita aos sábados) mas em 1985 suas asas foram cortadas quando foi acusado de ter fraudado um banco de Nova York em três milhões de dólares. Ele devolveu o dinheiro e foi sentenciado a multa em dinheiro e a uma pena de prisão automaticamente suspensa.
Em 1988, as atividades de lavagem de Sharir alcançaram cifras surpreendentes. A sua loja de ouro na Rua 47 transformou-se em um dos maiores centros de lavagem de dinheiro dos Estados Unidos. "Três vezes por semana ...", disse à corte, em um dos vários julgamentos nos quais está testemunhando, "... nós recebíamos o dinheiro que chegava em sacos de lona, em caixas de papelão, ou em maletas. Às vezes havia um milhão de dólares em uma só remessa. Ruy Lopez, representando os cartéis colombianos chegava especialmente de Miami munido com um documento enviado da Colômbia que continha instruções detalhadas em código sobre como e para onde enviar o dinheiro. Mesmo com as máquinas automáticas era difícil contar tanto dinheiro." Sharir testemunhou ainda: "Chegava em notas de cinco, dez e vinte dólares. As notas, a maioria das quais tinham sido usadas para cheirar cocaína, tinham um odor forte de cocaína. Um verdadeiro fedor. Meus empregados não podiam suportar. A cada duas, três horas, tinham que fazer uma pausa, sair pra respirar um ar fresco, de modo a não ficarem doidões".
O papel de Sharir era garantir que o dinheiro fosse transportado para fora dos Estados Unidos e que chegasse aos cartéis colombianos no Panamá e na Colômbia. Com esse propósito, ele depositava o dinheiro em sua conta bancária como se fossem lucros da sua loja e comprava ações para uso dos cartéis das drogas. Comprava e vendia ouro com preços inflados de comerciantes que faziam parte da conspiração e escondia a dinheiro através de várias manipulações.Finalmente, todo o dinheiro era transformado em cheques assinados para as contas das instituições religiosas judaicas.
Em pouco tempo Sharir mudou-se com a sua família para uma mansão em Woodmere, Long Island. Comprou um automóvel Jaguar, cobriu a sua mulher, Miryam, com jóias e doou dinheiro prodigamente às instituições de caridade judaicas.
Os problemas começaram no final de 1988. Em dezembro a sua loja foi vasculhada por agentes federais do comércio e da receita interna norte americanos, depois que estes foram alertados pelos bancos a respeito do volume exagerado dos seus depósitos. Realizaram uma busca meticulosa nos escritórios e levaram muitos documentos. Sharir não se perturbou: Enquanto os agentes estavam vasculhando os suas gavetas e armários, conseguiu esconder seiscentos mil dólares que estavam em sua conta naquele momento e transferiu todo o dinheiro para um lugar seguro. Mas, entretanto Sharir se complicou com os seus operadores colombianos que reclamaram que ele havia roubado vinte e seis milhões de dólares do tráfico. Sharir, que negou a acusação, contratou um investigador profissional israelita, Lihu Ichilov, para resolver o mistério. Ichilov logo se tornou sócio de Sharir. Ele foi ao Panamá, e lá estabeleceu duas empresas falsas, abriu contas de banco e melhorou as rotas de lavagem.
Mesmo depois da visita dos agentes federais aos seus escritórios, Sharir não desistiu. Após duas semanas abriu outros dois escritórios na Rua 47 e recomeçou o trabalho. Quando perguntado por um de seus advogados como esperava escapar da atenção da Lei, Sharir respondeu: "Mudei meu sistema e acredito que agora, com ajuda de Deus, nunca mais serei apanhado." O novo sistema de Sharir incluía o Rabino Yosef Crozer, de quem já falamos anteriormente.
A boca grande de Crozer derrubou Sharir e eles foram presos em março de 1990. Crozer levou Sharir a confessar ter lavado duzentos milhões de dólares. Sua mulher, Miryam, foi presa com ele. Sob a pressão dos investigadores, Sharir concordou em cooperar em troca da liberação da mulher e do cancelamento das acusações contra ela. A Promotoria concordou. Por três meses Sharir forneceu aos investigadores federais valiosas informações a respeito da indústria judaica de lavagem de dinheiro. A lista incluiu nomes, métodos de operação, códigos e senhas de contas de banco. Sharir levou-os à descoberta do que é denominado "o novo Triângulo da Cocaína". Levou à incriminação de mais de trinta e cinco outros "lavadores" judeus, à apreensão de dez milhões de dólares e à quebra de vários círculos judaicos de lavagem. Entre outros, Sharir incriminou o maior tubarão da lavagem de dinheiro sujo na história dos Estados Unidos, Stephan Scorkia. Sharir, que testemunhou em seu julgamento, o levou diretamente à condenação. Scorkia foi acusado de "lavar" trezentos milhões de dólares e foi sentenciado a seiscentos e sessenta anos de prisão. Sharir agora está no programa de proteção à testemunha dos Estados Unidos. Vive sob nova identidade, e libertado sob fiança, viaja sob rígida segurança entre Nova York, Rhode Island, Arizona e outros estados, testemunhando em julgamentos de outros criminosos. Sua mulher, Miryam divorciou-se logo depois que o caso veio à tona. Ela recusa-se a comentar o assunto e disse ao Daily News; "Eu não tenho nenhuma intenção de falar. Eu me divorciei de Avraham a fim de me distanciar dele e de seus amigos. É exatamente isso o que eu estou fazendo". Sharir foi diretamente responsável pela fuga de pelo menos trinta e cinco colombianos dos Estados Unidos para a Colômbia. Um dos fugitivos era Duvan Arbolda, um dos maiores "lavadores" do Cartel de Cali. Arbolda foi acusado em uma corte de Manhattan de "lavar" dinheiro em grande escala, depois do testemunho de Sharir.
Quando terminar de testemunhar, o próprio Sharir será julgado. A Promotoria concordará com uma sentença mais leve, mas isso não melhora as suas possibilidades de sobrevivência. "Atualmente, Avraham Sharir encabeça a lista negra do Cartel de Cali", disse um oficial da receita interna norte americana. As acusações também serviram contra Lihu Ichilov, sócio de Sharir. Entretanto, Ichilov fugiu para Israel na véspera de seu julgamento, em janeiro de 1991. Isso foi durante a Guerra do Golfo, e o juiz Richard Owen que o julgou à revelia, comentou: "Aparentemente o Sr. Ichilov prefere correr o risco de ser atingido pelos mísseis Scud que caem em Israel, a enfrentar o sistema norte americano de justiça".


NOTAS:

A reportagem de Ben Kaspit remonta à última década do século XX, mas a lavagem do dinheiro sujo continua até hoje, agora com outros rabinos da "Kosher Nostra".
(1) Já não é de todo espantoso que a maquinação do crime organizado em escala internacional aconteça no interior das mais importantes sinagogas do mundo, à sombra da Arca e da idolatradaTorá, e com o beneplácito de altas autoridades judaicas envolvidas profundamente – até às orelhas – nessa cabala.
Entretanto parece que ninguém avalia o terrível significado desse fato abominável. Prendem dois ou três rabinos e uns mafiosos judeus, e tudo é abafado e não se fala mais nisso. Mesmo assim, permanecem no ar várias e graves questões aguardando respostas:
1ª. Por trás da máscara e da ladina dissimulação, qual é a verdadeira relação ética e moral da religião judaica e do judaísmo internacional para com a humanidade?
2ª. Essas subterrâneas organizações – de etnia, ou raça, ou religião, ou "nacionalidade", como queiram – incrustadas em nossas sociedades e nações, estão, como afirmam, contribuindo para o bem estar e desenvolvimento das nossas populações? Ou, como agora se vê nesta esclarecedora reportagem, não está essa gente malevolamente sabotando e destruindo as estruturas sociais e morais das nossas culturas e da nossa civilização?
3ª. Esses crimes e esses criminosos seriam assim tão prontamente esquecidos se a máfia de traficantes estivesse organizada e atuando, não por dentro de sinagogas, mas no interior de alguma catedral, como a de St. Patrick, e sob a malícia assassina, não de judeus e rabinos, mas de padres e cardeais?
4ª. Se esses criminosos judeus fossem prelados católicos, e não importantes Rabinos-Chefes, a imprensa internacional, sempre tão solícita em atacar a Igreja, esqueceria tão rapidamente esse escândalo tão brutal e de tal magnitude e maldade? assim? sem mais nem menos? sem uma séria e profunda investigação de outras conexões, ou perversas estratégias de sabotagens das estruturas sociais, além de uma simples e superficial investigação policial?
5ª. Esses "veneráveis" rabinos do Congresso Mundial Judaico, sôfregos e gananciosos, arrancando e extorquindo "indenizações", vão agora indenizar as famílias das centenas de milhões de homens, mulheres e crianças, vítimas dos terríveis efeitos da heroína e da cocaína do tráfico internacional desse Cartel das Sinagogas?
6ª. Enfim, agora que foi levantada a lebre, e conhecendo essa característica da perversa "ética" judia, quem nos garante que essas autoridades do judaísmo internacional estão ingenuamente a trabalhar para criminosos e traficantes internacionais, e não exatamente o contrário, sendo que esses cartéis do crime organizado são, em realidade, apenas braços ou longos tentáculos daquele sinistro conluio?
"E deves destruir todos os povos que o Senhor teu Deus te der, e teu olho não terá piedade deles."  Deuteronômio 7: 16
(2) Apesar do tom de "imparcialidade" e "isenção jornalística" nesta reportagem sobre a lavagem do dinheiro do tráfico internacional, pode-se notar aqui e ali, ao longo do texto, a tendência do autor para justificar a criminosa ganância e a imoralidade desses rabinos, enquanto vai alertando os outros judeus para que não falem demais: "O rabino Yosef Crozer caiu por causa da sua boca grande."... Desse modo dissimulado ele deixa no ar a ladina insinuação: "Façam, mas não se esqueçam que em boca fechada não entra mosca."
Assim como os rabinos ultra-ortodoxos que se apresentam como "anti-sionistas" para tentar salvar o que ainda resta para salvar do judaísmo como algo com certa aparência de honestidade, também os jornalistas e os acadêmicos judeus, e certas instituições judaicas, vêm a público apresentar "denúncias", como se fossem novidades que ninguém mais conhecesse. São as tais denúnciaskosher, apontadas por Robert Faurisson, e cujas ladinas maquinações também já haviam sido advertidas por Gustavo Barroso em seus comentários sobre judeus e certos jornais e revistas que se fazem passar até por anti-semitas, ou neonazistas. Quem não se lembra daquele garoto judeu, líder de uma gangue de estúpidos skinheads alemães?
Por outro lado, também já é praxe os diversos órgãos e entidades israelitas irem confessar as suas ações criminosas imediatamente depois que o escândalo se torna público, para assim fingirem uma certa "honestidade", ou "arrependimento" por trás da insolente soberba de delinqüente apanhado em flagrante. Foi assim com as fraudes na Universidade de Israel, é assim nesta reportagem sobre os rabinos traficantes, e também é assim com a matéria sobre a indústria da pornografia, ou sobre abestialidade judia na Palestina.
Mas o esquisito ou sinistro propósito dessas sinagogas e dos seus "veneráveis" rabinos, vai ficando escandalosamente evidente ao compreendermos o alcance dos comentários sobre as suas dissimuladas estratégias como, por exemplo, este esclarecedor comentário do judeu Israel Eichler:
"Mesmo os rabinos anti-sionistas (como os neturei karta) declaram que ao encararmos o mundo exterior (ele se refere ao nosso mundo, o mundo dos nossos pais e avós, o mundo dos nossos filhos, à nossa civilização) nós (os judeus) precisamos apresentar uma frente unida."

Sim, eles podem simular dissidências, ou divergências na interpretação das suas escrituras; podem até sacrificar algum "bode expiatório" quando lhes for conveniente, ou quando a polícia o apanhar com a boca na botija, mas as suas cavilações e perfídia sempre vieram dessa "frente unida", desse talmúdico rancor contra o que eles chamam de "mundo exterior".
É realmente inquietante verificar que enquanto nós e os nossos filhos íamos nos relacionando e convivendo com essas pessoas, imaginando que a nossa sinceridade e boa-fé transpunha diferenças e preconceitos, elas nunca se comportaram assim para conosco, ao contrário: há muito tempo vêm agindo por trás dessa cínica e ladina "frente unida" contra todos nós, contra os nossos valores, contra a nossa civilização.
Não é por acaso que essa "frente unida" é um dos mais repetidos e obstinados treinamentos que desde a mais tenra infância os judeus vão incorporando mesmo antes de freqüentarem as suasyeshivas, essas escolas de judaísmo. Por isso, não devíamos nós, os habitantes deste nosso mundo iluminado sob o sol, nos unirmos e nos protegermos da escuridão dessa cabala e da insídia e malícia desse mundo subterrâneo?


"Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos por leis determinadas até por princípios opostos, e se não tinham os mesmos costumes e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os judeus, e não entre os seus antagonistas."
Bernard Lazare
anarquista judeu 
Antisémitisme, son histoire et ses causes, Paris 1934, Tomo I, pág.32
O site www.alfredo-braga.pro.br entende que os direitos sobre imagens ou textos que abordem o conluio judeo-sionista contra as nossas sociedades, são de domínio público pois são provas de crimes de lesa-humanidade.


domingo, 30 de dezembro de 2012

Israelenses responsaveis por tráfico de órgãos ,vão para cadeia

http://averdadeproibidanews.blogspot.com.br/2010/08/membros-da-gangue-de-israel.html

sexta-feira, 6 de agosto de 2010


Membros da gangue de Israel responsaveis por tráfico de órgãos foram presos

Israelenses responsaveis por tráfico de órgãos ,vão para cadeia

A polícia ucraniana prendeu um israelense gerente da rede de tráfico de órgãos que ilegalmente recrutava doadores de órgãos para enviar partes dos corpos para Israel.

As autoridades da Ucrânia disseram nesta sexta-feira que doze pessoas , a maioria israelenses , foram detidas por ter participado de um esquema para recrutar doadores de órgãos, a Ucrânia e outros países da antiga União Soviética através via Internet para transplante de órgãos em israelenses que encomendavam de antemão partes de corpos.

A rede de trafico, que procurava principalmente os rins, oferecia uma quantia de cerca de US $ 10 mil por parte do corpo , segundo o Ministério do Interior da Ucrânia, a maioria dos doadores de órgãos eram pobres mulheres jovens.

O chefe do departamento do ministério sobre o tráfico humano, Yuriy Kucher , disse que as cirurgias de transplante , que custam até US $ 200 mil  por operação, foram realizados em Kiev , no Azerbaijão e no Equador.

Quatro médicos estão entre os presos. O diretor israelense da rede de traficantes foi preso no mês passado.

As investigações iniciais revelam que os lucros dos traficantes totalizaram  um valor estimado de 18 milhões de dólares por ano. A rede clandestina operava há três anos.

Os detidos podem pegar até 15 anos de prisão se forem condenados por tráfico de seres humanos .

O escândalo mais recente dos traficantes israelenses envolvidos em venda de órgãos vem quase quatro meses depois de outra quadrilha de tráfico de órgãos foi descoberta em Israel , que oferecia 100.000 dólares por os rins , em suas propagandas em jornais locais.

Embora a organização vendia o rins por US $ 140 mil , alguns dos doadores de órgãos não receberam nenhum dinheiro após terem tido seus rins foram removidos em varios países, incluindo o Azerbaijão e as Filipinas.

Um general-brigadeiro reformado do Exército israelense e dois advogados foram presos em conexão com o tráfico .

HM HGH / MMN /

PressTV 2010 all rights reserved. trad. por Cypher.

Oração dos Índios Sioux


http://guerreirossioux.blogspot.com.br/2012/05/oracao-dos-indios-sioux.html

Oh, Grande Espírito,
cuja voz eu ouço nos ventos,
e cujo alento doa vida a todo o mundo,
ouve a minha súplica.
Eu sou pequeno e fraco.
Preciso da tua força e da tua sabedoria.
Permite-me andar na beleza
e faz com que os meus olhos
contemplem sempre as cores do pôr-do-sol.
.
Faz com que as minhas mãos
respeitem as coisas que criaste
e que os meus ouvidos se agucem
para que eu possa ouvir a tua voz.
Faz-me sábio
para que eu possa entender
as coisas que ensinaste aos meus antepassados.
Permite-me aprender as lições que escondeste
em cada pedra
e em cada folha.
.
Eu procuro força,
não para ser maior que os meus irmãos e irmãs,
mas para lutar contra o meu maior inimigo
- eu mesmo.
Faz-me sempre pronto para chegar até ti
com as mãos limpas
e com os olhos firmes.
Para que, quando a minha vida desaparecer
como um pôr-do-sol,
o meu espírito possa ir até ti
sem nenhum traço de vergonha. 

Jornal sueco afirma que Israel faz tráfico de órgãos de palestinos



Além de roubar as terras palestinas, invadir suas casas matar seus moradores o estado terrorista de Israel está roubando órgãos do martirizado povo palestino, crianças são suas principais vítimas.
Roubando orgãos de crianças
Roubando orgãos de crianças

Jornal sueco afirma que Israel faz tráfico de órgãos de palestinos

O maior jornal da Suécia, o Aftonbladet, de Estocolmo, publicou artigo denunciado o governo de Israel por fazer tráfico de órgãos de palestinos mortos nos recentes massacres na Faixa de Gaza e nas prisões israelenses. A reportagem denunciou a prisão em Nova York de um judeu americano ? ligado ao governo israelense - que comercializava órgãos de palestinos em hospitais dos Estados Unidos da América.

O artigo é ilustrado por uma foto que mostra um palestino morto com uma sutura cirúrgica na lateral do corpo. O governo de Israel disse que o artigo é "antissemita", tentando confundir a opinião pública sobre mais este crime hediondo praticado pelo regime sionista.

O primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu exigiu formalmente do governo sueco uma condenação ao jornal, e enfatizou: " Israel exige uma condenação, e não uma desculpa". Essa postura arrogante e prepotente do estado artificial de Israel é uma prática nas relações diplomáticas, confiante na impunidade que lhe garante o apoio incondicional do governo norte-americano a todos os seus crimes e terrorismo de Estado. 

http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/09/455547.shtml


Publicado em 20/10/2012
Esta é uma entrevista feita ao Sr. M. T. Keshe, no dia 11 de Setembro de 2011. Tem imensas informações importantes, acerca da tecnologia espacial, aplicações médicas e outras, sobre o futuro e muitas outras coisas mais! POR FAVOR DIVULGAR! INFORMAÇÕES MUITO IMPORTANTES PARA TODOS NÓS!

Mais informações no site da Fundação Keshe: www.keshefoundation.com
e no site do Fórum da Fundação:http://www.keshefoundation.com/phpbb/
Página do Facebook com informações em português:http://www.facebook.com/KesheFoundationPortuguese?fref=ts
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Israel tem financiado o comércio ilegal de órgãos


Tráfico de órgãos ilegal (Centro Recife?)



-Ex-oficial israelense diz no Tribunal Brasil De

O Governo israelita está alegadamente envolvido em um comércio ilegal em grande escala nos órgãos. Como o jornal brasileiro "O Globo" informou que um ex-oficial israelense antes de um Tribunal brasileiro testemunhou que Israel tinha financiado órgão transplantes no exterior sobre a sua saúde. Por isso, o governo foi sobre o tráfico de órgãos para israelitas na foto e paga "para todas as transações por meio de quatro planos de saúde", Geldaya testemunhou Gady Tauber.

Devido às objeções religiosas de judeus ortodoxos em especial ultra são dificilmente doadores encontrados para transplantes de órgãos em Israel. Os pacientes que são dependentes de um órgão de doador, deve viajar, portanto, principalmente no exterior.
GADY é acusado de pertencer a um anel ilegal dos comerciantes de órgão, que é ativa pelo menos oito Estados-Membros. Ele quiseram apoiar pessoas carentes só, disse o relatório de Jornal de acordo com ele. As pessoas que venderam seus rins estavam em necessidade e viviam em condições miseráveis. Um funcionários do governo israelense têm-lo em contacto com um intermediário no Brasil transmite, um ex policial capitão Ivan Bonifacio da Silva.

Da Silva também foi a cidade brasileira Recife foi preso. Na quarta-feira, ele disse antes de uma Comissão Parlamentar de inquérito do EstadoPernambuco o anel de concessionário do órgão foi ativo pelo menos oito Estados-Membros. Assim, pacientes de Israel, Irã ou Estados Unidos na cidade de Durban, África do Sul teria implantado órgãos de doadores do Brasil, Rússia ou da Roménia.

Depoimentos de doadores na corte de acordo com voaram para Durban, onde os corpos foram tomados a partir delas. Você deve ter recebido, em média, por US $10.000 (7900 euros). Os órgãos são vendidos por até r $120.000 para os destinatários. A polícia brasileira determinada de acordo com instruções próprias pelo menos 22 tais doadores que vivem em favelas de Recife. De acordo com a lei brasileira, é proibido o comércio de órgãos ainda vivo.

© Copyright AFP Agence France-Presse GmbH - estes são para essas publicações para material ligado AFP prestador de serviços na acepção da lei Teleservices automatiza.


O ESTADO DE ISRAEL CAPTURA JOVENS PALESTINOS PARA UTILIZÁ-LOS COMO RESERVA DE ÓRGÃOS HUMANOS (http://somostodospalestinos.blogspot.com/2009/10/o-estado-de-israel-captura-jovens.html)
O tráfico de órgãos israelense chegou aos EUA?


Em julho deste ano, inclusive os meios de comunicação norte-americanos informaram sobre a captura de Levy Izhak Rosenbaum, do Brooklyn, detido recentemente por agentes federais em uma grande operação policial contra a corrupção em Nova Jersey na qual estavam envolvidos prefeitos, funcionários governamentais e destacados rabinos. Boström abre seu artigo com este incidente15.
Segundo a denúncia federal, Rosenbaum, que tem estreitos laços com Israel, declarou haver estado implicado na venda ilegal de rins durante 10 anos. Um advogado norte-americano explicou: "Seu negócio era persuadir pessoas vulneráveis para que cedessem um rim por 10.000 dólares, que depois ele negociava e vendia por 160.000"16.

Capturam a suposto traficante de órgãos no Kosovo (http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&task=view&id=254601&Itemid=1)

ESPIONAGEM SEXUAL, PROSTITUIÇÃO E ESTUPRO: O HORROR JUDAICO AO LONGO DA HISTÓRIA (http://www.nuevorden.net/portugues/r_965.html)

Os Judeus e o Tráfico de Escravas Brancas por Dr. William Pierce (http://www.scribd.com/doc/7352108/William-Pierce-OS-JUDEUS-E-O-TRAFICO-DE-ESCRAVAS-BRANCAS) (recomendando)

O documento apresentado abaixo foi obtido através do Instituto Carnegie
O seguinte é parte do navios negreiros de propriedade dos judeus:
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnAYHnttSydxavuNe624WhM0Qq37jKYhpHx0BQq49-7i4y4hWFLVf_3Xi157aPrWmc373QOXJtf9d6ilOkNPOCAfbYAUYQeyrxsZL6pDZpmqQc19AWjxUVzfSBMYwBa1nW0VbAgrQwrlk/s1600/Moses.Seixas.Petition.to.Abraham.Lincoln.jpg

Abigail – Aaron Lopez

Moses Levy and Jacob Franks.

Crown' por Isaac Levy e Nathan Simpson.

'Nassau' por Moses Levy.

'Four Sisters' por Moses Levy.

'Anne & Eliza' por Justus Bosch e John Abrams.

'Prudent Betty' por Henry Cruger e Jacob Phoenix.

'Hester' por Mordecai e David Gomez

'Elizabeth' por David e Mordecai Gomez.

'Antigua' por Nathan Marston e Abram Lyell.

'Betsy' por Wm. DeWoolf.

'PoUy' por James DeWoolf.

'White Horse' por Jan de Sweevts.

'Expedition' por John e Jacob Rosevelt.

'Charlotte' por Moses e Sam Levy e Jacob Franks.
Caracoa' por Moses e Sam Levy

Israel está por trás do tráfico global de rins (http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/08/452727.shtml)

A Catástrofe Da França, O Grande Oriente De Paris (http://www.nuevorden.net/portugues/r_930.html)
Em Paris há um exército de 50.000 prostitutas, manejado por umas quantas centenas de judeus traficantes de mulheres, há teatros pornográficos, clubes de corrupção moral sem que as autoridades tomem nenhuma medida para frear essa onda de corrupção que eles planejam.

A juventude francesa, que seria o único elemento capaz de se organizar e enfrentar esta peste judaico-maçônica-comunista, foi desmoralizada e corrompida por uma infame propaganda a favor do sexualismo, feita por numerosas publicações judaicas como o “Paris Hollywood”, ou por correntes decadentes como o “Existencialismo”.

Os judeus e a lavagem do dinheiro das drogas (http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/osjudeuseasdrogas.html) (artigo extremamente importante)
Cada vez mais o judaísmo deixa de ser uma questão religiosa para se revelar um agente de sabotagem e corrupção da nossa sociedade.
http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/teitelbaum2.jpg
A reportagem de Ben Kaspit remonta à última década do século XX, mas a lavagem do dinheiro sujo continua até hoje, agora com outros rabinos da "Kosher Nostra".
"Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos por leis determinadas até por princípios opostos, e se não tinham os mesmos costumes e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os próprios judeus, e não entre os seus antagonistas."

The Kosher Nostra (http://thescotsman.scotsman.com/topstories/The-Kosher-Nostra-is-trapped.5493135.jp)

leia completo aqui (http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=719)
Vou citar outro judeu, chama-se Israel Eichler: "Mesmo os rabinos anti-sionistas (como os neturei karta) declaram que ao encararmos o mundo exterior (ele se refere ao nosso mundo, o mundo dos nossos pais e avós, o mundo dos nossos filhos, à nossa civilização) nós (eles, os judeus) precisamos apresentar uma frente unida.". Ele diz, com todas as letras, que apesar de todas essas "divergências", no íntimo, todos eles estão unidos em uma só causa: a luta contra o "mundo exterior". O "mundo exterior", que é o nosso mundo, nos faz perguntar o que seja então esse outro "mundo subterrâneo". Aqui sob a luz do sol, eles podem aparentar divergências, mas em realidade estão bem unidos. São manhosas essas manifestações de críticas vindas de fontes judaicas. O que me sobrou desse pronunciamento do rabino que você mencionou, alem das "denuncias" que todos já conhecíamos, foi aquele pedido de emprego, e isso numa pedante "Proposta de Paz Internacional": um rabino pedindo emprego para meia-dúzia de judeus traficantes de diamantes em Antuérpia... É espantosa a mesquinharia dessa gente.




Outras leituras: 
Nova york a maior cidade talmúdica do mundo 

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

A Grande Transição


MUDANDO A FACE DA RELIGIÃO : OUTRAS PEÇAS ESPIRITUAISÚltima Atualização: 28 de dezembro de 2012 - 02:46:50


A Grande Transição 
Por Gary Mitchell Weinstein 
28 de dezembro de 2012 - 02:19:56 
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 "Há comida suficiente, água, energia e recursos naturais do planeta para cada ser humano. Não há dinheiro suficiente para pagar por isso. Nunca houve e nunca haverá. Juntos humanidade está marchando rumo a um novo mundo, um de absoluta igualdade para todos os seres humanos, onde a ilusão conhecida como o dinheiro é descartado, deixado de lado para uma verdadeira moeda chamada amor ". 
- Gary Mitchell Weinstein

Depois de blogs, escrever e falar sobre ele por mais de um ano e meio agora, uma coisa parece clara e tem sido uma constante em minha mente: A humanidade está no meio de um Grande Transição . Estamos em uma luta épica entre o medo eo amor, tudo mais sete bilhões de pessoas. Como Bucky Fuller disse uma vez, "Nós somos abençoados com a tecnologia que seria indescritível aos nossos antepassados. Temos os meios, o sabe-tudo para alimentar todo mundo, todo mundo vestir, e dar a cada ser humano na Terra uma chance. Sabemos agora o que nunca poderia ter conhecido antes-que agora tem a opção para toda a humanidade para fazer isso com sucesso no planeta nesta vida. Se é para ser utopia ou Oblivion será uma corrida touch-and-go relé até o momento final. "
Como eu havia escrito em um post recente , e eu tenho dito há algum tempo agora, o meu próprio sentido pessoal e intuição está me levando a acreditar que aquele "momento final" está chegando este ano - um evento ou eventos (nada a ver com a "Maias" você mente) que vai iniciar o começo de algo tão colossal que vai mudar fundamentalmente o curso da história e da humanidade para sempre.
Será um evento (s) que irá mudar tudo no mundo, e, finalmente, forçar todos e cada um de nós a reconhecer o manto enorme de mentiras que foram alimentados toda a nossa vida , nos forçar a abandonar tudo o que nós conhecemos, e aceito para ser verdade e todas as crenças que temos mantidos como constantes ao longo de nossa vida - o tecido e essência de nossa realidade.
 E, apesar de a humanidade ser encapsulado em, creio eu, níveis maciços de medo por algum tempo como este evento (s) se desdobrar, quer se trate de meses, anos ou mais, eu acredito fortemente que acabará por sair dela como eu intuir acima e como eu já disse antes, uma humanidade totalmente unidos, e para a primeira vez na história. Será uma humanidade onde em cima de cada ser humano vai finalmente chegar ao entendimento de modo muito básico e verdade de que somos todos iguais absoluta para cada e qualquer outro ser humano. Será um momento onde todos nós vamos ficar lado a lado e ombro a ombro com os outros e com todas as outras criaturas do planeta, todos vivendo em harmonia magnífica. Classes sociais, diferenças étnicas e religiosas, coisas como status, poder, riqueza , a fama, a concorrência, as fronteiras entre os países e qualquer outro tipo de divisão ilusória, mas será uma lembrança distante para todos nós.
Guerra será obsoleto, a ilusão destrutiva e falso conhecido como dinheiro terá sido há muito abandonada, ea noção de propriedade será antiquado.Conceito e trabalho penoso de trabalho para o pagamento terá sido substituída pela alegria de "brincar" juntos, como uma comunidade global, todos nós unir forças com uma outra para melhorar o planeta e vidas uns dos outros. Agora temos bilhões de pessoas neste planeta em condições de pobreza, não por culpa própria, e, portanto, fornecer nada tangível para a melhoria de bilhões de outras vidas, basta imaginar sete bilhões de pessoas mais liberados - tocando em uníssono neste planeta para a melhoria de toda a gente, todos nós reconhecendo que nada podemos fazer para melhorar nossas vidas, melhora todos os outros da vida, e nada podemos fazer para melhor qualquer um a vida de outra pessoa, vai melhorar a nossa. Uma vez que aprender a cooperar e se juntam, todos os sete bilhões de nós, estaremos em breve ser surpreendido ao perceber o potencial, que é incrivelmente inimaginável para nós hoje. Será um mundo onde a economia do dom, amor e confiança reinam , um em que vai voltar a reunir-se com o nosso verdadeiro eu e nossa verdadeira natureza -. amor Longe serão os sistemas antiquados que já não servem a humanidade, aqueles que de fato fazer tudo hoje, para sufocá-la, tais como sistemas de educação formal, a religião organizada , o industrialismo, a economia, a política e os que, como nós chegamos a reconhecer que estes são todos já não é relevante para a nossa sobrevivência, nem para o nosso crescimento como soberano e livre seres humanos.
Será um futuro sem o arcaico e profissões não mais necessários que existem hoje estritamente para atender a esse chamado de besta insustentável crescimento econômico (monetária), o crescimento que está dizimando o planeta a níveis quase indescritíveis, bem como todos aqueles que servem para manter a centenária esquema de mentira e propaganda chamada "medo nunca termina". Advogados, banqueiros, economistas, publicitários, marqueteiros, políticos, juízes, policiais, coletores de impostos, soldados e afins desaparecerão nos anais da história. Longe serão os sistemas formais hierárquicas de poder e de governo, se eles são chamados de fascismo, comunismo, socialismo, ou "democracia". Humanidade vai finalmente despertar totalmente em sua maturidade, seu brilho que foi suprimida por muito tempo, e chegou a perceber intuitivamente que já não os líderes precisam, governantes ou "representantes eleitos", sejam eles presidentes, czares, primeiros-ministros, senadores, deputados, ou qualquer outra pessoa ou entidade que alega servir seu melhor interesse, como todos nós vamos perceber que nossos melhores interesses como soberano e livre seres humanos só podem ser servidos por nós mesmos e nossos companheiros seres humanos - aqueles que reconhecemos são nossos iguais.

O despertar coletivo da humanidade será diferente de qualquer outro na história da nossa existência
Nós vamos chegar a entender que o caminho do "sucesso" que muitos de nós foram marchando - que busca cega da aquisição de mais e mais poder, riqueza e fama ao longo de nossas vidas tudo foi uma ilusão. Por outro lado, vamos chegar a reconhecer que a busca contínua do conhecimento, enquanto vivendo uma vida de integridade, vive cheio de amor é o que está em causa, e de fato a razão pela qual estamos todos aqui neste planeta juntos. Vamos começar a pensar criticamente, novamente, a pensar e agir de forma independente um do outro, ao mesmo tempo em que reconhece a nossa interdependência com o outro, e questionar tudo, em vez de apenas seguir junto com o rebanho, os zumbis na mentalidade de colméia da matriz, todos em uma tentativa vã e equivocada para se encaixar em algum molde cortador de biscoitos que nossos "líderes, nossos educadores e da sociedade" nos dizem que devemos. Vamos de uma vez por todas abandonar o meme falsa e destrutiva de celebrar as pessoas que não conhecemos simplesmente por causa de sua estatura assumida ilusória baseada no absurdo absoluto de algum nível "magnífico" de riqueza, poder e fama que eles podem possuir - todos os que não têm base na nossa realidade, física real. Não vamos mais comemorar celebridades, atores e atrizes, jogadores de desporto profissional, rock "estrelas", e outros heróis que estamos "disse" ter . Em vez disso, vamos começar a defender o nosso próprio brilho e de nossos companheiros seres humanos, nossos vizinhos, nossas famílias e nossos amigos - aqueles que são nossos iguais - período.
Será um renascimento completo para o planeta e seus habitantes, ao contrário de nenhum outro que já experimentamos. Ela virá a ser um mundo de infinitas possibilidades e amor, comunidade, conexão, cooperação e harmonia e unidade com os outros e tudo o mais no universo. Surpreendentemente, vamos chegar à conclusão surpreendente de que este mundo tem sido sempre a nossa para a tomada, se tivéssemos tido a coragem de deixar de ir ao medo e abraçar plenamente o amor.

Depois de tantos séculos, estamos finalmente começando a atingir o pico por sobre o muro que nos aprisionou nesse falso senso de realidade, despertando para perceber que há de fato uma maneira muito melhor e um mundo mais belo para todos nós
Vamos ser definido para a tarefa de reconstruir o nosso mundo e do nosso planeta a partir de séculos de dizimação e destruição provocada pela falácia, a crença de que, uma vez de forma trágica e coletivamente abraçou há milhares de anos - a noção equivocada de que estamos separados um do outro e tudo o resto no planeta e no universo. Vamos, finalmente, reconhecer que a verdade é exatamente o oposto - todos somos um com tudo no planeta e no universo.Somos seres espirituais, a consciência infinita simplesmente tendo uma experiência humana, e assim chegamos a reconhecer plenamente e entender isso, ele vai, finalmente, ser hora de voar - a brilhar em toda a nossa possibilidade infinita, gloriosa.
Vai ser mágico, ele vai realmente ser a próxima Idade de Ouro para a humanidade, um mundo a beleza que ainda não consegue imaginar ou colocar em palavras. Mas como vem com humanidade unida, não haverá nenhuma parada. Por agora pode-se argumentar que ainda é um "sonho impossível" , mas, ao mesmo tempo, estamos agora a avançar em direção a ela, e só podemos imaginar como a magnificência e grandeza que espera por todos nós. . .

A bela, curta-metragem animado abaixo chamado "A Invenção do Amor". O animador do filme, Andrey Shushkov descreve a trama como, "Um jovem reside em uma cidade retro futurista e conhece uma garota do campo. Eles se apaixonam e se casam, e se estabelecer na cidade juntos. Logo ela começa a perceber que não há nada de natural em torno dela. Tudo é artificial e mecânica, exceto uma lembrança de um mundo onde ela nasceu e foi criado: uma flor que gradualmente se desvanece. E então ela começa a desaparecer também. . . "Eventualmente, a menina morre de ser completamente desconectados de qualquer coisa e natural tudo neste mundo feita pelo homem, totalmente mecanizada. No final, e de futilidade, o homem tenta "recriar" a sua linda princesa, reconstruindo-a, mecanizando-la como o resto do mundo mecanizado ele vive dentro
Por séculos e séculos, o homem tem tentado de mecanização, o controle, a força, quantificar, mercantilizar e tudo codificar, incluindo toda a natureza, o mundo natural e do próprio planeta. Como eu havia escrito para ontem , basta olhar para a total devastação, destruição e dizimação isso tem causado à nossa vida e do planeta em si, como todos nós agora agarrar-se ao precipício da nossa existência individual e coletiva.
Como você assistir a este filme "animado", olhar para as semelhanças impressionantes com nosso próprio mundo "real". Ela só poderia trazer algumas lágrimas aos seus olhos. A Grande Transição, a meu ver, será marcha coletiva da humanidade na direção oposta, recriando, reconstruindo, a reconstrução e restauração de toda a natureza, toda a beleza que temos tirado de nós mesmos por uma eternidade. Será nossa jornada juntos, de mãos dadas, uma viagem longe de separação, e para reunião e unidade com o outro e tudo o mais no universo.
Para a sua verdade, não será nada menos do que uma odisséia do homem através do romance da vida, como eu continuar a conectar com outras pessoas e se espalhou tanto amor e possibilidade que eu puder. Para ser continuado, em 1 de janeiro de 2013. . .
Com amor. . .

Invenção do Amor (2010) - Curta de Animação

T seu 9 'vídeo "45 foi carregado em 24 de agosto de 2010:
Comentários do Uploader:
Uma história de amor do mundo de engrenagens e parafusos. 
Curta de animação de 2010. 
Inspirado por Lotte Reiniger obras e Antony Lucas Jasper Morello filme. 
Se você gosta de vídeo, por favor, doar através de paypal! 
http://shushkof.com/bio.html

http://livingtheimpossibledream.com/2012/08/the-great-transition/
[Fontes de cor e negrito acrescentado,],



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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

À beira de um colapso



Documento da CIA prevê fim de Israel nos próximos 20 anos
Suposto documento aponta para saída em massa da população israelense diante do aprofundamento da polarização entre a crise do Estado sionista e um levante revolucionário das massas palestinas 

24 de março de 2009
Um estudo desenvolvido pela CIA acaba de vazar na imprensa. Apesar do silêncio geral entre os meios de comunicação, o relatório divulgado entre um restrito número de políticos e oficiais militares lança dúvidas sobre a capacidade de sobrevivência de Israel nos próximos 20 anos, prevendo uma saída em massa da população israelense que se instalou na região há muitas décadas atrás.
O relatório prevê um êxodo de mais de dois milhões de israelenses que pretendem emigrar para os EUA nos próximos 15 anos.
"Há cerca de 500 mil israelenses com passaporte norte-americano e mais de 300 mil vivendo na Califórnia", declarou o advogado especializado em direito internacional, Franklin Lamb, em entrevista para a Press TV.
Lamb disse ainda que aqueles que não têm passaporte norte-americano ou de outra nação ocidental já deram entrada nos pedidos.
O relatório da CIA compara essa tendência catastrófica para o imperialismo com a queda do regime de Apartheid na África do Sul, a desintegração da URSS no começo dos anos 90 e destaca que o sonho de uma "terra israelense" acabará mais cedo ou mais tarde.
O estudo prevê também o retorno de 1,5 milhão de israelenses para a Rússia e outras partes da Europa, e ressalta "o declínio da natalidade entre os israelenses e sua correspondente ascensão entre a população palestina".
O relatório destaca "um inexorável movimento afastando-se da tradicional proposta de 'dois Estados' para a formação de um Estado único, baseado nos princípios democráticos da plena igualdade de direitos, o que anularia o nebuloso espectro do Apartheid colonial, bem como permitiria o retorno dos refugiados de 1948 e 1967. Trata-se, com efeito, de uma pré-condição para qualquer processo de paz sustentável na região".
Não há confirmação se o documento é falso ou verdadeiro, mas o fato é que Israel está na sombra da crise imperialista.
Tudo que Israel conquistou desde sua criação em 1948 está desmoronando de podre. Com duas derrotas militares em menos de três anos - uma em 2006 para o Hezbolah e outra neste ano para o Hamas - não há mais nenhum sinal daquele Estado forte e poderoso que derrotava em apenas seis dias vários exércitos árabes ao mesmo tempo.
Aguarda-se para o próximo período tempos fúnebres para o Estado sionista. Barack Obama se esforça para evitar que se forme em Israel um governo de extrema-direita liderado por Benjamin Netanyahu e Avigdor Lieberman. Ambos representam a polarização à direita diante da mobilização revolucionária das massas palestinas e árabes.
A última barreira de contenção da revolução palestina foi aniquilada durante os 22 dias de massacre na Faixa de Gaza. O massacre israelense em Gaza, ocorrido entre 27 de dezembro e 18 de janeiro, deixou mais de 1.300 palestinos mortos, dentre eles centenas de mulheres e crianças. Ao menos metade destes mortos são de responsabilidade do corrupto e pró-imperialista Fatah, que participou ativamente deste genocídio como agente do sionismo.
Israel passa por sua pior crise política na história. Assim como os EUA estão fracassando no Iraque e no Afeganistão, o projeto imperialismo de estabelecer um enclave no Oriente Médio está fadado ao fracasso.

Imaginar um mundo sem dinheiro (Repost)

 Imaginar um mundo sem dinheiro (Repost) 
Ron: viver sem dinheiro humanidade precisa crescer espiritualmente. Atualmente sociedades humanas são tão mente controlada que o desenvolvimento espiritual é atrofiado. O Catch 22 é que, para aumentar a consciência e evoluir precisamos superar séculos de engenharia mente controle social que se manifestou o meme dinheiro e os problemas sócio-econômicos e espiritual destruindo a nós e ao planeta.
O meme dinheiro cria paradigmas pessoais baseada no medo: medo da escassez e não ter o suficiente. Esse medo isolado nos uns dos outros e agrava o problema. AINDA que o medo não é devido a uma falta da mão de obra e os recursos necessários para eliminar a escassez ea necessidade falsa para a competição que promove.
Esta é uma situação da galinha e do ovo. O meme dinheiro cria a desigualdade, a pobreza, o isolamento, a insegurança ea competição ainda aquelas situações, emoções e atitudes devem ser removidos para que a consciência espiritual para florescer.
Para manifestar um mundo sem dinheiro é necessário para eliminar a escassez artificial e memes controle competitivos em mente que o paradigma do dinheiro é baseado. A humanidade não vai fazer isso até que a corrente cai sócio-econômicas do sistema ou da Terra ou outra força física todos circunstâncias para descartá atitudes pessoais e anexos construídos sobre os memes escassez e competição. Até que uma massa crítica de seres humanos experimentar a verdade que o dinheiro não pode permitir-lhes sobreviver muito menos prosperar, eles não vão mudar.
Somente quando parar de ouvir os cananeus e começar a dar ouvidos às palavras da profecia Cree vamos desistir de nossa dependência do dinheiro:
Somente após a última árvore for cortada,
Somente após o último rio tenha sido envenenado,
Somente após o último peixe tenha sido capturado,
Só então você vai encontrar o dinheiro não pode ser comido.